A Namorada da Minha Cunhada

Dos meus 14 aos 17 anos, eu namorei Fernanda. Ela foi minha primeira namorada, a minha primeira transa, e com ela aprendi bastante sobre sexo. Tivemos diversas experiências que eu não tive com nenhuma outra pessoa. Porém, desta vez irei contar uma história que não aconteceu com ela. Essa é a história de uma das poucas vezes que eu não fui fiel a Fernanda, mas de uma das melhores experiências que eu já tive.
Fernanda era uma garota bastante singular, ela veio do interior de São Paulo para estudar na capital. Seus pais permaneceram no interior, e Fernanda veio morar com Alice, sua irmã de 28 anos. Alice tinha uma namorada, Manuela, e é em Manuela que nossa história se concentra.
Desde quando conheci a irmã de Fernanda e sua namorada, Manuela me chamou a atenção por sua beleza estonteante. Ela tinha cerca de 1,75m. Pele morena, longos cabelos castanhos escuros e olhos castanhos escuros. Manuela tinha um corpo lindo, fruto dos exercícios que ela fazia e que pude apreciar algumas vezes, de roupa bem apertada se exercitando pela casa. As coxas bem duras e torneadas, a bunda empinada, a barriga tanquinho quase negativa, os seios duros e redondinhos. Era impossível não reparar nela.
Porém, por mais que Manuela me chamasse a atenção, nunca pensei em nada com ela. Pois além dela ter quase o dobro da minha idade, eu estava muito bem no meu relacionamento com Fernanda. Porém, tudo isso mudou muito rapidamente em pouco tempo.
Tudo isso aconteceu em uma sexta-feira. Eu combinei de dormir na casa de Fernanda, Alice era bem liberal nesse sentido, e deixava eu dormir lá sem problemas. Deixava até eu dormir no quarto dela. Cheguei na casa dela por volta das 15 horas. Fernanda ainda não havia chegado da escola, nem Alice do trabalho. Porém, Manuela estava em casa, ela atendeu a porta, usava uma calça legging e um top esportivo preto. Estava com o cabelo preso em um rabo de cavalo e seu corpo estava todo suado.

Ela, sempre muito simpática, me cumprimentou com um abraço e um beijo na bochecha e deixou eu entrar. Manuela voltou a fazer os seus exercícios na sala. Ela se esticava toda, fazendo algumas posições bastante sugestivas que atraíram a minha atenção. Ela reparou que eu olhava para ela enquanto fazia os seus exercícios, deu um sorrisinho para mim e falou “Para de ficar só olhando aí. Vem cá me ajudar.”
Me levantei e fui até ela bastante prestativo. Ela colocou os braços no chão e esticou junto com suas pernas, empinando a sua bunda. Ela então pediu para que eu ficasse bem atrás dela e empurrasse suas costas para ficar reta. Fiz o que ela pediu, me coloquei bem atrás dela, ajustei suas costas, porém como sua bunda ficou bem na minha virilha eu me senti um pouco desconfortável, tentei me ajeitar de um jeito que não ficasse assim, mas acabei desajeitado. Ela então falou em tom de deboche “Deixa de vergonha! Fica direito aí, eu não ligo não.”
Então, eu fiquei do jeito que ela havia pedido. Porém, naquela posição, com uma mulher tão gostosa quanto ela, eu logo fiquei de pau duro. Tentei ajeitar, disfarçar, mas acho que ela reparou de qualquer jeito. Depois, ela pediu para me ajudar a fazer outra posição. Ela deitou no chão e levantou as costas, colocando suas pernas por cima da cabeça e me pediu para segurar suas pernas. Eu peguei aquelas pernas todas definidas, daquela posição eu podia ver sua buceta, bem marcada nas calças que ela usava. Tentei disfarçar, olhar para outro lado, mas meus olhos sempre me levavam àquela bela visão. Depois disso, ela terminou de se exercitar e foi tomar um banho. Finalmente estava livre daquela tortura por um tempo, mas eu não sabia o que a noite me esperava. Fernanda chegou por volta das 17h e Alice por volta das 18h. Passamos a noite juntos, pedimos uma pizza. Alice e Manuela bebiam vinho enquanto conversávamos, elas até deixaram a gente tomar um pouco também. Por volta das 23 horas, eu e Fernanda fomos para o quarto. Começamos a nos beijar na cama, achei que iriamos transar, porém, o pouco de vinho que Fernanda bebeu deixou ela um pouco enjoada. Ela sempre foi bem fraca para bebidas.

No fim, Fernanda deitou-se para dormir. Eu desci novamente até a sala, pois estava sem sono. Quando cheguei lá, encontrei somente Manuela, sentada no sofá com uma taça de vinho. Perguntei onde estava Alice, e ela disse que tinha ido se deitar também.
Me sentei junto a ela e ficamos assistindo a um filme que passava na TV. Não consigo lembrar qual filme era, pois logo começamos a conversar. Manuela, além de tudo, tinha um bom papo, era muito divertida e inteligente. Falávamos sobre quase tudo. Escola, faculdade, trabalho, viagens, relacionamentos… Por volta da meia noite, Fernanda pegou em uma gaveta no Rack da sala um pacote de folhas de seda e um saco com ervas e começou a enrolar um cigarro. Eu nunca havia visto Manuela fumar, sequer sabia que ela fumava. Ela perguntou se eu gostava de fumar também. Quando eu respondi que nunca havia fumado, ela perguntou se eu gostaria de experimentar. Eu recusei, mas ela insistiu, disse que era uma recompensa por eu ter ajudado ela nos exercícios. Então, acabei aceitando. Ela acendeu, puxou um pouco, segurou e soltou. Depois, passou para mim e me disse como fazer. Eu puxei um pouco, mas tive uma crise de tosse. Ela riu de mim e falou “Fofo. Tão jovem ainda…” Passei o baseado para ela novamente. Continuamos a fumar até o cigarro acabar. Percebi que Manuela estava bem mais solta. Rindo a toa, de pernas cruzadas no sofá. Sempre que ela ria de algo pegava no meu braço, ou em outra parte de mim. Ela também ia se aproximando aos poucos de mim. Quando percebi, já estávamos colados um no outro. Manuela então deitou com a cabeça no meu colo e ficou assistindo o filme. Eu fiquei com uma mão fazendo carinho na cabeça dela e a outra eu alisava o seu braço. Eu desci a minha mão um pouco, até a sua barriga. Manuela fechou os olhos, como se fosse adormecer em meus braços. Eu, então, subi bem devagar a minha mão e deixei ela repousando em cima do seu seio, acariciando-o bem de leve.

Um pouco depois de eu começar a fazer isso, ela abriu os olhos e se virou pra mim, falando “O quê você tá fazendo, hein?”. Na hora eu gelei, tirei a mão de cima do seu seio e só disse “Desculpa.”. Ela então falou “Achou que eu não ia sentir você passando a mão no meu peito?”
Eu fiquei todo envergonhado, vermelho, não sabia o que dizer. Mas ela deu só uma risada um pouco maliciosa. Manuela então pegou na minha mão e colocou de volta no peito dela. Ela então falou “Dessa vez pega direito. Tem que ter pegada, garoto.” E apertou a minha mão contra o peito dela.
Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo, mas continuei a apertar o peito dela com vontade, do jeito que ela pediu. Ela começou a dar leves gemidinhos, falando baixinho: “Ai, assim mesmo. Ui…” Fui a loucura com aquele momento, pegando naquele peito delicioso enquanto ela gemia baixinho. Fiquei de pau duro na hora, com o seu rosto ainda no meu colo. Manuela reparou e disse debochadamente “Parece que alguém tá gostando, hein.” E começou a passar a mão por cima da minha bermuda. Ela começou a abaixar a minha bermuda e cueca e viu o meu pau já rígido. Ela ficou olhando para ele por um momento, segurando-o em sua mão. Até que ela falou “Nada mal hein, aposto que a Nandinha deve adorar sentar nele.” Quando ela mencionou a Fernanda, minha consciência pesou por um momento. Tirei a minha mão do seio dela e me ajeitei no sofá. Disse que não podia fazer por conta da Fernanda, mas Manuela nem ligou. Ela disse “Tá me comendo com os olhos o dia todo e agora vai dar pra trás? Deixa disso. Ela não vai descobrir não.” Ela se aproximou de mim, beijando o meu pescoço. Eu ainda tentei insistir, mas ela também insistia em mim. “Não precisa se sentir culpado. Vai ser só essa noite.” E ela já foi se abaixando até o meu pau. Ela começou a chupar e eu não consegui resistir mais. Ela lambia minha rola com vontade, foi o melhor boquete que eu já havia recebido até então. Manuela colocou um dos seios para fora e eu voltei a apertá-lo. Enquanto me chupava, Manuela se masturbava com a mão por dentro da sua bermuda.

Depois de uns 5 minutos, ela parou de me chupar e começou a tirar sua camisa. Ela começou a falar comigo de jeito muito sensual, dizendo pra mim “Você viu como eu sou flexível né? Que tal a gente aproveitar um pouco essa elasticidade?” Eu só conseguia dizer sim com a cabeça. Então Manuela começou a tirar a bermuda, ficando completamente nua no sofá. Ela se deitou, colocou as pernas por cima da cabeça, parecido com a posição que ela fez mais cedo, e pediu para eu lhe chupar. Eu comecei a lamber aquela buceta deliciosa, que já estava toda molhadinha, sem nenhum remorso. Chupava, lambia, beijava com toda a vontade do mundo, e podia ouvir Manuela gemendo baixinho também. Em seguida, ela pediu para que eu enfiasse logo nela. Me ajeitei no sofá, enfiei o meu pau dentro da buceta dela e comecei a meter intensamente. Naquela posição era tudo delicioso. Manuela estava com as pernas em cima da cabeça, mordendo os lábios para não gemer mais alto, enquanto eu metia nela com toda vontade.
Depois, ela virou de costas, ficando de quatro. Eu metia nela por trás, enquanto apertava seus seios e puxava o seu cabelo. A gente tava num sexo tão intenso juntos que eu mal podia acreditar. Não aguentei mais do que 15 minutos transando com ela, logo coloquei o meu pau pra fora e gozei tudo naquela raba perfeita e durinha e caí no sofá, ofegante. Ela se limpou e se vestiu novamente, e então falou “Nada mal. Foi ótimo matar a saudade de uma rola de verdade.” E me deu um beijo na bochecha, como se me agradecesse.
Logo depois disso, nós desligamos a TV e fomos cada um para os respectivos quartos nos deitar. Nunca comentamos sobre esse assunto, e também nunca eu e Manuela transamos novamente, continuei saindo com Fernanda por muito tempo ainda, e não senti remorso do que fiz. Foi apenas um lance de momento, sem nenhum sentimento envolvido, e que nunca mais aconteceu, mas que eu não me esqueço até hoje.

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