Casal Brigou e Meti na Loira Gostosa

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O que mais gosto no swing é quando rola uma briga entre um casal. Não só pela “treta” em si, mas pela sorte que eu tenho de conseguir uma transa “vingativa”, como foi que aconteceu com uma loirinha de peitos grandes e olhos azuis, ao descobrir o namorado estava  ficando com uma “amiga” dela dentro do quarto privativo. A mulher ficou tão revoltada que disse ao namorado que transaria com o primeiro cara que visse pela frente e advinha quem foi o sortudo? De vestido vermelho tubinho, bem colado ao corpo magro, eu levei a loira de pele branca para longe dali, quase fugindo do namorado, que não queria bancar a vez de ser o corno. Eu levei a mulher, mas quem me conduziu foi ela, me levando até um estacionamento privativo onde estava seu carro guardado. A mulher não parecia gente boa, pelo contrário, tinha cara de ser chata e insuportável, mas quem sou eu por reclamar do jeito dela, se eu só queria ter a chance de transar com uma mulher gostosa como ela, que não me olhava, apenas, me puxava, toda revoltada.

Estava, assumo, de olho nos peitos dela, grandes e que por baixo da cintura, dava-se para ver que os bicos estavam endurecidos. Antes de entrarmos no carro que ela acionou o controle, abaixei o zíper de seu vestido e deixei aquela loira peladinha, arrancando até a calcinha. Sentamos no banco traseiro e ela veio com a primeira notícia: “Nada de beijos na boca.” Eu aceitei, simplesmente porque não estava a fim de beijá-la. Mas, assim que eu vi os peitos, tive que acender a luz interna do carro e me maravilhar com aquela linda visão. Os peitos pareciam dois melões, com aréolas rosadas e bicos pontudos, apontados em direções opostas. E com a marquinha de sol, ficaram ainda mais charmosos. Ela pediu delicadeza e assim os chupei, como se fossem frágeis, apesar de bem durinhos. Passei minha língua em volta dos bicos, nas aréolas, saboreando um gosto quase adocicado. Enquanto chupava um dos seios, acariciava o outro. De repente, eis que chega o namorado dela, todo bruto e bêbado, chutando o carro. Então, a loira se transforma bem na nossa frente. Ela grita para o namorado: “Olha o que eu vou fazer! Vou chupar um desconhecido sem camisinha!” Ela então tirou abriu e tirou a minha calça, sem delicadeza alguma e me empurrando para a janela onde o namorado estava esmurrando, simplesmente abaixou a cabeça e começou a mamar gostoso na minha pica.

O cara, claro, ficou possesso de raiva e recomeçou a chutar o carro e também, a dar cotoveladas. Para a minha sorte, o cara não era um “super-homem” e as pancadas que dava no carro, apenas amassava a lataria e não quebrava os vidros. Deixei que a loira continuasse a engolir minha rola, porque nem em sonhos, eu sairia de dentro daquele carro, ainda mais para brigar com o corno. Enquanto ela chupava minha rola, eu segurava os peitos dela, agora, os apertando e empurrando a cabeça dela até que engolisse todo o meu cacete, chegando a engasgar e tentando não me desconcentrar, devido ao louco que destruía o carro. Depois de babar bem meu cacete, eis que a loira grita novamente: “Agora, eu vou dar o meu cuzinho para ele!” Eu, claro, abri um largo sorriso, ao saber que comeria um cuzinho sem ter que pagar uma puta. O problema? O corno ficou tão revoltado que subiu em cima do capô do carro e começou a pular de raiva. Nem liguei muito, pois quando aquela loira ficou de costas para mim, mostrando-me seu lindo bumbum e sentando devagar, para acostumar com a minha rola alargando seu cuzinho, eu fui para a lua! Como aquela loira é boa ao dar seu cuzinho. Sentando delicadamente em cima de mim, afundando seu buraquinho apertado com maestria, eu só conseguia elogiar e gemer, mesmo com o carro sacolejando violentamente. Agora, quando a loira começou a gemer, com sua voz fina e melosa, falando-me com carinho para que eu segurasse seus peitos com força, só tive o “trabalho” de manter meu pau duro e não gozar antes dela.

Que delícia de mulher e de sexo anal! Ela fazia bem devagar, mas me proporcionando um rápido prazer. Ela gritava que minha rola era mais dura e maior do que a do namorado, que insistia em destruir o carro que eu não dava a mínima para o ser lá de fora, que começou a chamar a atenção de muitos curiosos, que assistiam a tudo, horrorizados. Eu não dava a mínima, apenas preocupado em satisfazer a loira que me dava prazer. Eu revirava meus olhos e escutava ela falar mal do namorado, aos gritos, revoltada, com absoluta razão. Após dar gostoso para mim, eis que ela novamente avisa ao corno, já todo dolorido por estragar o carro usando o corpo: “Agora, eu vou dar minha deliciosa xaninha para um desconhecido e sem camisinha!” Eu me impressionei em como o cara deve ser azarado mesmo, com o fato de receber um oral de camisinha, porque aquela loira mamava deliciosamente bem. Pode ser a pedido dela, que não deve gostar do gosto, mas após chupar a minha rola e dar o cuzinho sem reclamações, quando ela “engoliu” meu cacete com sua buceta, deu com vontade, mandando que eu desse meu melhor. Eu parecia um ator pornô, aguentando ao máximo não gozar com aquela deliciosa me dando, mas não durei muito mais tempo e avisei em seu ouvido: “Vou gozar daqui a segundos.” Ela então avisou ao namorado e a todos que estavam em volta do carro: “Vou chupar a pica dele até receber seu leitinho quente e engolir tudo”

Uma galera bateu palmas e o namorado corno ficou ainda mais louco, dando distância do carro e vindo contra ele com tudo, chocando seu corpo bombado contra o metal já bem amassado. Segurei a cabeça da loira e levantei minha cintura, socando meu pau na boca dela, sentindo a garganta profunda e apertando um dos peitos. Em segundos comecei a gozar, mas a loira não fez o prometido, ou seja, ela deixou que eu gozasse em sua boca, mas foi deixando que o gozo espalhasse pelo banco do carro, que não era de couro. O estranho é que ela sugou toda a minha goza, mas fez questão de babar em cima do banco, inclusive do motorista e como uma louca, apontou para o namorado, dizendo: “Agora eu quero ver você gostar desse carro mais do que eu, seu corno brocha!” A galera em volta riu daquela tosca cena e quando o namorado saiu de perto, para a minha surpresa, a loira se vestiu rápido e disse: “Obrigada por me ajudar na vingança, mas eu amo o meu namorado. Quando voltar, espero que esteja bem longe, pois meu namorado vai querer bater em alguém!” Assim que a loira correu atrás do namorado, que empurrava a multidão, eu saí de fininho, com poucas pessoas me olhando e sem querer voltar para a casa de swing, entrei no meu carro e caí fora daquela loucura, mas feliz com aquela insana experiência.

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