Meus “presentes” Natalinos

Comecei a trabalhar como segurança em um shopping que abriu recentemente aqui na cidade e em época de Natal tudo fica mais lindo, tanto nas decorações como nas mulheres que transitam pelo lugar.

Evidentemente comecei a olhar as mulheres que se vestiam de Mamãe Noel e que se espalhavam pelo lugar, levando as criancinhas para assistir um Papai Noel que mais estava isolado do mundo do que todas as outras pessoas. E havia de todos os tipos e gostos, desde as loiras “boazudas”, passando por um estilo japonês “anime”, uma “ninfetinha”, uma coroa bem sensual, até uma com cara de sadomasoquista, todas com um vestido diferente.

Mal coloquei meu crachá e já estava de olho em uma “Mamãe Noel” loira toda encorpada e deliciosa. Ela usava um vestido comportado vermelho, mas tão logo dava para ver as belas curvas daquela mulher. Notei que ela tinha algumas tatuagens pelo corpo e foi assim que a nossa conversa começou, discretamente perto de uma árvore gigantesca de Natal, que nos escondia. Viviane, a loira tatuada e gostosa começou com uns papos mais sacanas quando perguntei onde mais ela tinha tatuagem e combinamos da gente mostrar as nossas tatuagens num motel. Para não darmos na cara, nos encontramos em outro lugar depois do trabalho e para a minha surpresa, a loira já me atacava no carro, dizendo que estava com a calcinha úmida de tão excitada que estava, ao passar o dia inteiro sem sexo. Chegando no motel, eis que eu levo mais uma surpresa: a loira está como “presente de Natal”, com um sutiã em forma de lacinho vermelho, assim como sua calcinha e ainda usando um gorro. Claro que puxei o lacinho e fui comendo o meu “presente”, abocanhando aqueles peitos grandes com bicos rosados e grandes. Enquanto quase “engolia” um peito, eu apertava o bico do outro seio, me maravilhando com o gosto e com a beleza. A loira aproveitou que eu estava apenas de cueca e foi acariciar meu pau, apertando-o e batendo uma leve punheta. Fomos para a cama redonda, que de frente havia um espelho. Contei mais umas cinco tatuagens em partes “estratégicas” e bem próximas de uma boceta carnuda saborosa. A loira me pressionava para eu penetrá-la, mas eu queria mesmo era chupá-la. Não demorou muito para que a loira ficasse de quatro, jogando seus cabelos loiros ondulados para um lado e para o outro, empinando raba para que eu metesse nela. A pegando pela cintura, fui socando meu cacete que roçava aquela xaninha de grandes lábios, deixando meu cacete para penetrar sem ajuda de minhas mãos, que “passeavam” pelo corpo da loira. Quando eu segurei aqueles peitos e meti meu pau com força até o talo, tanto a loira quanto eu gememos alto de prazer. Eu babava ao sentir aquela xaninha quente e molhada e não precisei meter muito para que eu e a loira pudéssemos tremer as pernas para o prazer que estava chegando. Vê-la pelo espelho, com os olhos revirando, de boca aberto e seios “sacolejando” enquanto eu a segurava pela cintura e de frente àquela bunda grande, era mais do que um presente, ainda mais gozando dentro, dando as últimas socadas até o fundo até não ter mais forças. Depois daquela “rapidinha” exaustiva, dormimos no motel por algumas horas e após o banho levei a loira para a sua casa e quem arregalou os olhos fui eu, já que quem a esperava era o seu namorado, com um buquê de rosas e outros presentes.

No outro dia a loira nem olhava para o meu rumo. Com certeza ela devia estar arrependida, mas eu nem ligava, pois já trocava olhares com a Mamãe Noel japonesinha que era uma gracinha. Era completamente o contrário da loira. Baixinha, cabelos pretinhos lisos, carinha de novinha, boca delicada, olhos grandes e por mais que também estivesse usando um vestido de Natal comportado, dava-se para notar o quanto é gostosa. Braços finos, magrinha, pernas lisinhas e de meias pretas e botas de cano alto eu já pensava putarias. Ela realmente parecia um desenho animado japonês e seu “nome” era Akimo. Bom, ela se autodenominava com esse nome. Akimo passeava pelo shopping dando pulinhos e saltinhos, falando com uma voz meiga e fina, empinando a bundinha e entrelaçando os braços. Fazia poses infantis, contudo, me lançava olhares sensuais. Conversamos pouco, mas logo combinamos de ir lá na minha casa, mas eu pedi para que ela fosse vestida daquele jeito e ela me deixou curioso porque disse que por baixo tinha uma “surpresinha”. Akimo parecia estar louca para transar e lá na garagem do shopping, dentro do meu carro, começamos a nos beijar. Notei que era eu quem poderia conduzir aquela foda que ela aceitava numa boa, mas tudo com “inocência”. E ainda na garagem eu abri a minha calça e coloquei meu pau duro e latejante para fora, no qual aquela japonesinha ficou olhando com jeitinho meigo. Molhando os lábios com a língua, eu fiz carinho no rostinho dela e com uma voz “paternal” eu disse: “Akimo, chupa minha rola até eu gozar?”. Ela balançou a cabeça como uma ninfetinha e puxei sua cabeça por entre as minhas pernas. O movimento do shopping estava intenso e por isso mesmo ninguém prestava atenção no que acontecia em uma vaga escura e de canto. Akimo passou sua língua em volta da cabeça da minha rola, já gemendo enquanto eu passava minha mão em seus cabelos, já elevando meu corpo do banco para socar meu pau dentro daquela boquinha delicada. Era claro que a minha pica não caberia naquela pequena boca e por isso aquilo me excitava. Já com a metade da minha rola na boca de Akimo eu comecei a forçar e revirava meus olhos com aquele prazer. Empurrei a cabeça daquela japonesinha para que engolisse tudinho e senti sua baba escorrer por minhas bolas e seus engasgos. Contudo, Akimo não desistia e também tentava engolir toda a minha pica. Aquele boquete durou uns vinte minutos, com direito de Akimo pressionar seus lábios contra a minha rola, passar levemente seus dentes e chupar a cabecinha até levar uma longa jorrada de porra dentro de sua boca, que evidentemente, engoliu tudinho, para a minha satisfação, tanto que fiquei de pernas bambas e amolecido, enquanto Akimo se arrumava no banco de passageiro para ir para a minha casa, segurando uma grande bolsa que me despertou a atenção.

Chegando na minha casa, Akimo pediu para tomar um banho antes e quando eu achei que também tomaria um, ela me sai de lá usando uma fantasia de colegial japonesa, com sainha vermelha bem curtinha, uma camisa transparente de botões, outra maquiagem com a boca brilhando e bem perfumada, sem esquecer as meias pretas e a bota. Logo dava-se para ver que por baixo havia um sutiã vermelho que tentava segurar uns belos de uns peitões e eu vendo aquela “garotinha” meiga e “inocente” comecei a tratá-la com carinho e delicadeza. Estava adorando escutar a voz de Akimo e seu jeitinhos. Comecei devagar, indo para o sofá, dando beijos no pescoço dela e passando a língua, sussurrando o quanto ela estava linda. Akimo me confidenciou de que era a sua “primeira vez” e que não sabia direito o que fazer. Passei devagar a minha mão nas coxas dela, olhando para aquela japonesinha ficar de olhos fechados e abrir um pouco sua boca. Ao sentir sua calcinha molhadinha, fiquei passando meu dedo do meio por cima do tecido em sua xaninha, para depois colocar meu dedo por baixo da calcinha e sentir aquela boceta raspadinha no zero. Quando eu comecei a beijar aquela boquinha, tentei ser delicado, mas a ferocidade tomou de conta de mim. Eu comecei a “destruir” aquela boca com os meus beijos, passando a língua e mordendo aqueles lábios macios. Também não deixei de acariciar aqueles “melões” e fui abrindo os botões até não ter mais paciência e puxar aquela camisa com força, abrindo de uma vez aquela blusa e escutando os botões se espalharem pelo chão da minha sala. “Quer saber, vou te foder do meu jeito!”, eu falei de um modo bruto com a minha voz rouca. Akimo se tremeu toda e sorriu, para depois fingir que estava assustada. Dando gritinhos eu a levei para o meu quarto, puxando-a pelo braço fino. A joguei na minha cama e bati a porta. Fui tirando a minha roupa com cara de tarado, olhando para aquela “estudante” em cima da minha cama, de pernas cruzadas, mas me revelando sua calcinha vermelha como o sutiã. Puxei Akimo pela mão e passei meu pau no rostinho dela, para depois socar dentro de sua boca e meter como se fosse uma boceta. Segurando a cabeça dela com as minhas duas mãos, fui socando e gemendo, tirando o sutiã e só parei de socar meu pau para olhar aqueles lindos peitos grandes de aréolas enormes e biquinhos minúsculos. Não sei o que me deu, mas comecei a beijar a Akimo pelos dedos, mãos e lambi todos os seus braços e ombros, assim como seu pescoço e nuca. Aquela japonesinha sussurrou para que eu lambesse todo o seu corpo, não esquecendo nenhum canto e assim eu o fiz. Lambi das axilas ao pescoço, passando a minha língua no rostinho “doce” dela, para me demorar em seus peitões. E pensa em peitos grandes e durinhos… Foi uma delícia me demorar naqueles seios. Acho que devo ter ficado uns vinte minutos também, só me deliciando com aquelas “tetas”. Chupei, abocanhei, lambi, tentei engolir, mordi os biquinhos, suguei as aréolas, dei tapinhas e depois testei uma “espanhola”. Mas ao tirar a calcinha de Akimo, foquei minha atenção por entre aquelas pernas. Queria deixá-la de botas e meias, por isso comecei a lamber as coxas, a virilha e me demorei naquela vagina “escondidinha”. Já sentia câimbras ao ficar com a minha cabeça entre as pernas daquela pequena gostosura. Queria ver aqueles peitões em ação e foi por isso que fui por cima, no tradicional “papai-mamãe”. Fui penetrando devagar numa xaninha apertada e pequena, mas assim que a cabeça da minha rola entrou e escutei os gemidos “japoneses” de Akimo, me perdi e fui socando com força e violência. Akimo revirava seus olhos e tremia todo o corpo enquanto eu metia para valer dentro dela, a penetrando com vontade e brutalidade. Assistir as carinhas de Akimo e seus peitos balançarem era lindo demais, quase me fazendo querer gravar aquilo. Eu era um monstro em cima daquela japonesinha delicada e pequena, mas ela adorava ser fodida daquele jeito, assim como eu adorava gastar todas as minhas energias em uma foda. Akimo gritava dizendo que estava gozando e eu continuei a meter, sentindo que estava prestes a gozar, quando Akimo disse que queria “leitinho” no seu rosto. Foi o que faltava para que eu chegasse ao prazer, tirando meu pau de dentro daquela boceta já jorrando porra por todo aquele pequeno e suado corpo embaixo de mim. Jorrei porra nos peitos e claro, por todo o rostinho e cabelo de Akimo, que ria com a quantidade goza. Após lambrecar o rosto dela com o meu pau, que amolecia devagar, me deitei enquanto Akimo engolia minha porra. Um pouco tempo depois, ela veio para cima de mim e começou a fazer uma maravilhosa massagem que tão rapidamente me fez adormecer e só acordei no dia seguinte, de cama vazia.

No dia seguinte, a fofoca de que eu estava pegando as “Gostosas Natalinas” (como apelidaram as “Mamães Noéis”) e mesmo querendo levar a coroa para a minha casa, quem chegou em mim antes foi outra novinha, com 18 anos e inspirada nas Girls Gamers do mundo. Sempre conectada com seu celular, eu e Carol só conversamos por mensagens privadas, com direito a “nudes” e até uma nova aventura: a de chamar uma amiga para fazer um encontro a três. Carol tem um metro e setenta de altura, daquelas falsas-magras com um jeitinho de moleca e espalhando tentação para todos do shopping, incluindo as meninas. Logo senti que ela estava querendo ficar comigo para ser notícia, já que, realmente o shopping não parava de falar nisso. E eu, achando que ficaria tudo nas “sombras”, comecei a ficar com medo de ser demitido, afinal, assinei uma cláusula de que não poderia me relacionar com alguma “colega de trabalho”. Contudo, resolvi aproveitar a chance de levar duas ninfetinhas para o motel. Carol disse que já estava ficando com a garota que encontraríamos e realmente, quando a Vanessa apareceu, fiquei de queixo caído. Vanessa, 19 anos, morena de cabelos ondulados brilhosos, cintura fininha e seios “furando a blusa” de tão durinhos que são. Bunda pequena e empinada, coxas grossas e um rosto lindo, sem deixar de mencionar seus olhos azuis. As duas mal entraram no meu carro e começaram a se pegar no banco traseiro e eu, em direção ao motel, me sentindo mais o motorista do que um homem de sorte. Também fiquei assistindo as duas na cama, tirando a roupa rapidamente e continuando uma coladinha na outra. A diferença de tamanho era gritante, mas as duas são daquelas “falsas-magras” maravilhosas. Dava-se para ver que as duas estão apaixonadas uma pela a outra, mas que ambas também gostavam de uma rola, afinal, foi a Vanessa quem me pegou pela mão, para finalmente me deitar com elas na cama. Só achei que a gente poderia aproveitar mais, afinal as duas têm belíssimos corpos e são lindas, mas só queriam saber de serem penetradas. Vanessa ficou logo de quatro, não me deixando saborear por muito tempo seus peitinhos durinhos, muito menos sua boceta. Disse que não gosta de sexo oral, mas aceitou fazer dupla com a Carol e lá estava eu, vendo duas gostosinhas de quatro, chupando ao mesmo tempo o mau pau. Como um “vulcão” comecei a jorrar porra com aquele boquete gostoso e após as últimas lambidas, fui tomar um banho.

Quando voltei, lá estava a Vanessa e a Carol transando, quer dizer, roçando uma boceta na outra, gemendo e se beijando na boca. Ao chegar perto, fui jogado na cama e depois de um banho gelado (e mais um boquete duplo), Carol veio para cima de mim, de costas. Começou a rebolar gostoso e a quicar, mas sem desgrudar de Vanessa, que rapidamente a peguei para chupar sua xaninha linda. Após uns minutos, Vanessa começou a dizer que a minha chupada era a melhor que tinha recebido na vida e pediu para que a Carol experimentasse. Com a Vanessa cavalgando em cima de mim, lá estava eu, chupando outra boceta e aproveitando para depois chupar os peitos da Carol que são um pouco maiores que os da amiga. Eu não poderia foder apenas uma. Se eu tivesse que pegar a Vanessa de quatro, a Carol também tinha que ser de quatro. E isso aconteceu quando eu fiz um “papai-mamãe” e outras posições. Acabou que eu tiver que gozar com as duas ao mesmo tempo e ao começar com a Vanessa, essa saiu de cima de mim para dar a ver para a Carol. Ainda bem que eu estava de camisinha, pois eu não conseguiria imaginar engravidando duas namoradas ao mesmo tempo.

No dia seguinte me chamaram na sala do meu chefe e que era para eu não mais me envolver com as “Mamães Noéis”, já que a história estava passando dos limites do shopping e foi ali que eu descobri que as duas que ainda faltavam levar para a cama são mãe e filha. Eu estava desconfiado de que fossem irmãs, mas me impressionei ao saber que estava errado. Até fiquei na minha, mas a coroa foi me procurar, me questionando porque eu não a chamei para sair, muito menos sua filha e me revelando que não haveria problema algum caso eu ficasse com as duas. Me animei, é claro, mas fiz tudo mais escondido ainda. Disse para o meu chefe que faria um jantar na minha casa após o trabalho e inclusive o convidei (na esperança de que não aceitasse). Tudo para desviar a atenção de que a verdade era que eu jantaria na casa da coroa e claramente, me encontraria com outra “Mamãe Noel”.

Assim que cheguei à casa da mãe e da filha, eis a surpresa! Havia um “Papai Noel” por lá e a coroa me apresentou como se eu fosse o namorada da filha, esta que me olhava com uma cara de poucos amigos, sem falar que só ficava emburrada o tempo todo. A mãe se chama Iva e a filha Michelle. A coroa me recebeu super bem em sua casa e meu “sogro” me dizia que eu era um cara de sorte, afinal, eu era o primeiro namorado que ela “trouxe” para casa. Michelle parecia nem querer saber de mim e muito à contragosto me levou para conhecer a sua casa, mas antes, sua mãe me deu uma dica valiosa enquanto passava a mão na minha rola discretamente, sentindo minha pica endurecer entre seus dedos: a de que sua filha gostava de homem bruto, de cara mal educado e grosso e que principalmente a machucasse, pois ela sente um prazer enorme com dor e sendo rejeitada. Ganhando um “selinho” da minha “sogra” que estava uma delícia com um vestido rosa bem coladinho ao corpo, ainda a escutei dizendo que ela sente tesão e prazer ao trair o marido e que, se eu fosse um cara ousado, provavelmente a minha noite seria perfeita!

Logo comecei a praticar a dica da minha “sogra” e assim que eu fiquei sozinho com a megera da Michelle, a puxei para o quarto dela e a empurrei contra a parede, para depois pegá-la pelo pescoço e apontar meu dedo indicador na cara dela, falando: “Ou você melhora essa sua cara de bruxa ou vai apanhar!”. Rapidamente ela fez uma carinha de quem amou aquela “pegada” e me respondeu prontamente: “Bate! Quero ver se é homem para isso!” E sem pensar muito, sentindo a mão da garota já me masturbando, dei-lhe uma bofetada. Pensa numa guria que ficou de pernas bambas? Sorrindo maliciosamente para mim, Michelle sussurrava para que eu desse mais bofetadas e em poucos segundos a gente estava sem roupa e comigo por cima dela, com ela de barriga para baixo, com os braços presos por mim, enquanto eu rasgava sua calcinha e a penetrava de uma vez. Tapei a boca dela pois Michelle gemia alucinada, pedindo por mais e mais e a nossa sorte que a cama dela não fazia barulho, pois o móvel se arrastou pelo quarto até bater na parede. Foi uma das rapidinhas mais loucas que eu tive e com direito a ver aquela guria engolindo minha porra toda feliz.

Ao nos sentarmos juntos, realmente parecíamos namorados, pois Michelle estava muito carinhosa comigo, coisa que seus pais quase nunca viam. Agora, quem me encarava no jantar era a minha “sogra” e com incentivo de sua filha, que sussurrou na minha orelha: “Minha mãe ama um cara safado e ousado!”. Eu não acreditava naquilo. Será realmente que eu estava sendo “dividido” com mãe e filha?

Iva precisava de ajuda na cozinha e prontamente eu me solicitei em ajudá-la e quase de frente para o marido, passei uma mão na bunda daquela coroa olhando seu decote nada discreto que vi ela ficar toda arrepiada. E já que era para ser ousado, ainda subi o vestido e puxei com força uma calcinha preta, melando meu dedo do meio em uma boceta que mais parecia um hambúrguer. Se não fosse pelo marido eu sem problemas foderia aquela gostosa na cozinha, mas voltamos para a sala de jantar, com a janta. E que comida saborosa… Michelle disse que a sobremesa era por sua conta, dando uma segunda interpretação. A coroa parecia colocar a comida na boca de uma maneira sensual e raras foram as vezes em que eu ficava de pau duro enquanto jantava, mas aquela noite estava atípica. Após o jantar, fui para a sala conversar um pouco com o sogro, assistindo a minha sogra se masturbar na cozinha, bem próximo de nós. Como fiquei de frente para a cozinha, assisti aquela gostosa tirar as alcinhas dos ombros e seus peitos grandes e bem gostosos aparecerem, sem falar que ela se masturbava sorrindo, olhando para mim. Minha “namorada” estava de costas, mas sabendo o que estava acontecendo. Quando o marido da coroa começou a tomar vinho, o sono foi tomando de conta dele e eu e sua filha fomos “ajudar” na cozinha. Michelle assistiu às minhas investidas para cima de sua mãe e para a minha surpresa, enquanto eu pegava a mãe dela por trás, penetrando-a com uma mão na cintura e outra nos peitos, Michelle colocava a mão dentro de sua calça, se tocando. O marido estava a menos de seis metros da gente, cochilando enquanto eu comia a mulher dele que era uma delícia por sinal, muito mais gostosa de foder que a filha. Quando aquela coroa me chamou para o seu quarto, nem pensei muito, afinal, Michelle nos protegeria. Iva veio por cima e disse que estava há anos sem sentir alguém gozar dentro dela e que não poderia mais engravidar. Ou seja, quando ela começou lentamente a cavalgar, em pouco tempo eu já jorrava “leitinho” dentro dela, apertando aqueles peitos gostosos e olhando a cara de uma coroa que gozava junto.

Perguntado sobre como eu queria fechar a noite, pedi para que as duas chupassem meu pau bem atrás do “sogro corno” e assim eu me maravilhava com aquela surreal cena, de uma coroa e uma “novinha”, mãe e filha dividindo meu pau, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

No dia seguinte, lá no shopping, novamente a fofoca cresceu e todos souberam que agora eu era um cara comprometido. O que ninguém sabia era que eu estava comprometido com duas ao mesmo tempo. Meu chefe ficou feliz, minha namorada e também a minha sogra. E vai continuar assim até o dia que der merda e me foder com essa loucura.

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Comentários (1)

gilalvesgomes em 13/01/2021

Sem preconceito…

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