Terça Feira é Dia de Encontrar os Amantes

Terça-feira, 03 de agosto, 7h15 meu despertador toca, minha buceta está quente e agitada, parece que sabe que é o dia da pica, dia que minha buceta será massacrada, beijada, chupada, dedada e fodida com as rolas lhe enchendo de porra. Olho ao lado meu marido ainda dorme, o tesão vai ficando cada vez maior, coloquei minha mão dentro do seu pijama e comecei a apalpar sua rola, que ainda estava mole mas conforme vou alisando e massageando vai crescendo e endurecendo na minha mão. Depois que a rola está dura e pulsando, tirei seu pijama e comecei a beijar e chupar, meu marido ainda meio sonolento, fazia carinhos alisando meus cabelos, eu chupava sua rola e massageando seu saco. Meu marido já acordado apenas geme enquanto continuo chupando e babando sua deliciosa rola, sem nem tirar a calcinha apenas colocando de lado, sentei em cima dele ajeitando sua pica na minha bucetinha que está ansiosa para sentir a rola entrando e saindo. Comecei a cavalgar pulando e rebolando na pica do meu marido, ele segurando em minha cintura me levanta e baixa cada vez com mais vigor em cima de sua rola, enche suas mãos com meus seios, me puxa para baixo e me beija, mama em meus seios e eu estou cada vez mais excitada e gozo gostoso enquanto ele ainda me fode. Continuei cavalgando e quando notei que ele estava perto de gozar, saí de cima e fui novamente chupar sua rola, não demorou muito ele começou a gozar na minha boca, vou recebendo toda sua gala que me deixa de boca cheia, quando ele termina ainda sem tirar o pau da minha boca vou engolindo cada gotinha sem perder nada. Continuo lhe chupando até deixar seu pau bem limpinho, depois ele me puxou pra cima dele e me deu um abraço bem forte e um beijo na testa, me agradecendo pela forma maravilhosa que lhe acordei, e essa foi a primeira leitada que recebi no dia.

Me levantei, ajudei minha filha a se arrumar para ir a escola, meu marido já tomou banho e se arrumou para ir trabalhar, tomamos café os três juntos  eles saem cada para seu destino. Volto para o quarto ainda estou excitada, sei que durante o dia ainda terei outros momentos de sexo, mas preciso de algo para aquela hora, pego meu celular procuro um conto novo e não acho nenhum interessante, vou nos antigos, fiquei cada vez mais excitada e conforme vou lendo vou me tocando numa siririca deliciosa até gozar, ainda leio outro conto, mas me seguro e não me toco, vou me guardando para descarregar tudo no momento certo. Me levanto e me preparo para sair, passo na casa dos meus pais e depois vou no salão fazer cabelo e unha, a hora vai passando e ao meio dia estou chegando no estacionamento do shopping onde meu amante me aguarda para irmos almoçar juntos. Deixei meu carro estacionado e entrei no dele, ali mesmo começamos a nos beijar matando a saudade depois de uma semana sem nos ver, depois seguimos para o motel para o nosso almoço semanal de sexo. No quarto continuamos nos beijando enquanto nos despimos, deitei na cama, ele foi alisando cada parte do meu corpo me admirando, dizendo que eu era linda e gostosa, começou a brincar com meus seios, massageando, dando leves mordidas nos meus mamilos e causando arrepios de prazer, depois começou a mamar e dando chupões, foi beijando minha barriga, beijou meu umbigo e chegou na minha bucetinha. Beijava e lambia minha bucetinha brincando com meus lábios vaginais, colocou um dedo e depois outro e ficou fudendo minha bucetinha com os dedos, voltou a me lamber enquanto ainda enfiava os dedos na minha buceta e gozei. Ele veio pra cima de mim e me penetrou, ao sentir sua rola entrando em mim lhe dei uma abraço e um longo beijo, ele me fudeu por um tempo na posição papai e mamãe e depois me virou de lado, me segurava pelos seios enquanto socava minha buceta, depois ele se levantou, me puxou para beira da cama e ficou em pé, levantou minha pernas e me penetrou novamente até gozar com seus tradicionais jatos de porra na minha bucetinha deixando toda encharcada de leite.

Nossa refeição chegou, almoçamos com um delicioso vinho enquanto trocamos carinhos, quando terminamos, nossos carinhos foram ficando mais intensos e logo eu já estava chupando sua rola novamente deixando bem dura e babada. Rodolfo me colocou de quatro e penetrou minha buceta novamente, depois saiu e ficou lambendo meu cuzinho, que piscava mais que sinal de trânsito, só esperando a hora de ser arrombado pela sua rola. Olhei ao lado, vi minha bolsa, me estiquei e peguei meu celular, liguei para meu marido enquanto meu amante lambia e enfiava os dedos no meu cu, quando Jorge atendeu começamos a conversar, ele perguntou onde eu estava e lhe respondi que na manicure, Rodolfo já estava empurrando sua rola no meu cuzinho e eu me segurando de dor sem gemer e com cuidado para meu marido não desconfiar. Rodolfo começou a me arrombar fazendo vai e vem com sua rola no meu cuzinho, nisso meu marido começou a falar safadezas ao telefone, dizendo que estava de pau duro só em lembrar a chupada que lhe dei pela manhã. Jorge falando safadezas ao telefone, Rodolfo comendo meu cuzinho, estava muito difícil segurar o gemido e quando Rodolfo sussurrou no meu ouvido, meu corpo todo estremeceu. – Vagabunda, cachorra, puta safada, fica falando com o corno enquanto tem o cu sendo arrombado, é muito puta mesmo. Com aqueles sussurros eu não poderia mais aguentar, disse a Jorge que precisava desligar, ele ainda me disse alguns palavrões e safadezas no telefone e depois desligamos, então fui me dedicar ao meu amante, comecei a falar palavrões também gemendo cada vez mais alto, eu dizia que era a puta dele, que amava ter sua rola arrombando meu cu e que estava doida para sentir a porra dele enchendo meu cuzinho. Rodolfo dava tapas na minha bunda que chegavam a estralar de tão alto, não dava para eu ver mais com certeza estava deixando minha bunda toda vermelha pelos tapas, segurou com força em minha cintura, senti seu corpo estremecer em seguidas os jatos de porra inundando meu cuzinho e gozei junto com ele.

Havia levado leitada na buceta e no cu e ainda faltava tomar o leitinho na boca, então assim que ele tirou o pau do meu cuzinho, ainda em meia bomba eu coloquei na minha boca, fiquei chupando e massageando o saco, e logo o pau endureceu novamente. Chupei, babei, esfreguei na minha cara e fiz tudo que tinha direito, depois fiquei ajoelhada na cama de boca aberta e olhando para ele com cara de pidona, ele em pé batia punheta com o pau apontado para meu rosto, me dava tapas na cara ou puxões no meu cabelo e logo deu um espirro de porra no meu rosto me deixando melecada, enfiou o pau na minha boca e terminou de gozar dentro dela, me dando a segunda leitada na boca do dia. Fiz o que sei fazer muito bem, engoli toda a porra que estava na minha boca, depois ele ainda ficou passando a mão pelo meu rosto espalhando a porra que ele havia gozado melando toda minha cara, em seguida fomos tomar banhos separados, me lavei bem tentando tirar o máximo de porra que a havia na minha buceta e no meu cuzinho pois ainda teria mais um amante para ir encontrar. Rodolfo me levou ao estacionamento onde eu havia deixado meu carro, nos despedimos com um longo beijo, peguei meu carro e fui para o outro lado do estacionamento onde Bruno me aguardava. Bruno entrou no carro, me olhou abriu o zíper, o colocou o pau pra fora e disse: – Dona Beth dá logo uma chupadinha que estou morrendo de saudade, sua patricinha puta. Adoro quando ele me chama de Dona e me xinga ao mesmo tempo, olhei de lado, verifiquei que não tinha ninguém próximo e coloquei sua rola preta e cheia de veias na minha boca.

Chupei um pouco então ele puxou meu rosto dizendo que já estava bom e mandou eu ir logo para o motel, guardou o pau e seguimos. Chegamos no quarto, ele ficou em pé enquanto eu fiquei lhe admirando, me deixando excitada por saber que ali estava meu negro, meu gigolô, vestido com roupas que havia lhe dado, fui tirando uma a uma até deixa-lo totalmente nu. Olhei para ele, um negro de pele bem escura, forte musculoso, fiquei alisando seus peitos e sua barriga e fui me abaixando até ficar com meu rosto na sua cintura, olhei aquela rola preta em toda sua plenitude,alisei e coloquei na boca.

Ele de maneira brusca segurou em meu rosto com as duas mãos e ficava empurrando minha cabeça pra frente e para trás enfiando sua rola até a minha garganta, me fazendo engasgar e enchendo meus olhos de lágrimas, adoro jeito selvagem como ele me pega, sem carinho e de forma violenta porém sem me machucar. Depois de fuder com força minha boca, me pegou nos braços e me jogou na cama, foi tirando minha roupa quase rasgando me deixando totalmente nua, abriu minha pernas, ficou olhando minha buceta, deu um tapa e depois enfiou o resto. Ficou me lambendo e enfiando os dedos, depois foi beijando minha barriga subindo até chegar em meus seios, colocou um na boca, chupou, beijou e depois fez o mesmo com o outro, depois segurou firme em meu queixo e me beijou. Enquanto me beijava, ajeitava suas pernas entre as minhas e logo sua rola encontrou o caminho da minha buceta, ficou me fudendo na posição papai e mamãe, me beijando e chupando meus seios. Me colocou de pé encostada na parede de costas para ele, levantou uma de minhas pernas e penetrou minha buceta, com uma das mãos segurou firme meus seios enquanto beijava meu pescoço por trás. Eu rebolava minha bunda encostada no seu corpo enquanto ele socava cada vez mais rápido minha buceta, me levou para cama e me colocou de quatro, ele em pé foi me penetrando novamente bombando minha buceta com força e gozei na sua rola, Ele continuava me fudendo com força e deu uma leve gozada na minha buceta, depois me virou me colocou ajoelhada e gozou na minha boca uma enorme quantidade de porra que eu bebi tudinho, minha terceira leitada do dia. O gostoso de Bruno é que mesmo quando goza, sua pica permanece dura, ele ficou deitado na cama de barriga pra cima enquanto eu brincava, alisava, mamava, chupava a sua rola, ele apenas ficava alisando meu cabelo me admirando. Subi na rola dele, ajeitei na minha buceta e fiquei cavalgando até meu corpo estremecer por inteiro e eu gozar, ainda com a rola enfiada na minha buceta deitei minha cabeça em seu peito e fiquei beijando rebolando em sua rola. Olhei para ele e sai de cima, fiz uma cara manhosa e ele já sabendo o que eu queria deu um sorriso e falou: – Quer rola no cu né Patricinha safada? Balancei a cabeça fazendo sinal de positivo, ele deu outro sorriso e depois disse: – Então deixa eu lamber esse cuzinho gostoso, quero ver meu pau preto passeando e arrombando esse cuzinho rosinha.

Me colocou de quatro e enfiou a cara na minha bunda, lambia meu cuzinho, depois chupava um dedo e enfiava no meu cuzinho, depois ficou fazendo isso com dois dedos até me deixar bem lubrificada, foi para trás de mim, deu um tapa na minha bunda, enfiou o pau na minha buceta, fudeu um pouco, tirou e encostou no meu anelzinho. Foi forçando a entrada enfiando lentamente, quando conseguiu enfiar tudo começou a fuder meu cu no vai e vem bem rápido, parava um pouco olhava sua rola dentro do meu cu e disse: – Dona Beth, adoro fuder esse seu cuzinho rosa, puta que o pariu é muito bom ter uma puta safada feito a senhora com minha rola enfiada no cu. Como disse adoro essa mistura que ele tem falar comigo com respeito e putaria, me chama de Dona e senhora e também me xinga de puta, eu excitada de tesão respondia pra ele: – Isso meu nego gostoso, atola essa sua rola rola preta e grossa no meu cu, eu sou sua puta me fode até gozar e me deixar com o cuzinho cheio da sua porra, quero sentir você todinho dentro de mim. Ele me fodia cada vez mais rápido, meu cuzinho engolia sua pica preta por inteira, ele segurou meus cabelos fazendo um rabo de cavalo, aumentou o ritmo e começou a gozar, quando senti meu cu se enchendo com sua porra gozei junto com ele, ele ainda ficou um tempo com a rola enfiada no meu cuzinho e depois foi saindo, me virei peguei sua rola toda melada de porra e chupei para aproveitar mais um pouquinho. Fomos embora e quando fui deixar ele peguei minha bolsa tirei R$100,00 e dei a ele, no início ele não gostava quando eu fazia isso mas aos poucos entendeu que essa é uma das minhas taras então já não fala mais nada, pelo contrário ainda me xinga. – Ah Dona Beth, receber pra fuder com a senhora, comer essa bucetinha e arrombar esse cuzinho rosa, é bom de mais, sua patricinha puta. Dei um sorriso, ele desceu do carro e fui embora, realizada pela tarde que tive com meus dois amantes, porém ainda queria mais.

A Noite depois do jantar coloquei minha filha na cama, brinquei com ela e fui para meu quarto, Jorge ficou na sala vendo alguns processos que havia trazido do trabalho, deitei na cama com o pensamento no que tinha me acontecido a tarde, peguei meu celular, fui ler um conto da Marcela e outro de Helena e Monique as putas casadas, fiquei passando a mão na minha bucetinha alisando mas não me masturbei, terminei de ler o conto e fui até onde Jorge estava e disse ao seu ouvido: – Não demora, estou morrendo de saudade de rola gostosa. Dei um beijo em seu pescoço e fiquei massageando sua rola por cima do calção, Jorge se levantou me beijou e enquanto nos beijávamos fomos caminhando até o quarto, abaixei seu short, alisei sua rola duríssima e me ajoelhei. Meu marido em pé e eu ajoelhada chupando loucamente sua rola por um bom tempo, ele me levantou, levou até a cama, tirou minha camisola e minha calcinha e enfiou a cara entre minhas pernas, me chupando e me lambendo. Me penetrou de várias maneiras fudendo pra valer minha bucetinha, me colocou de quatro e também fudeu meu cuzinho, a essa altura eu estava toda ardida pois já tinha levado rola de Rodolfo e de Bruno no cu mas mesmo assim eu estava adorando meu marido me enrabando e gozei feito louca, quando foi a vez dele gozar saiu rapidamente me colocando de joelhos, enfiou o pau na minha boca e gozou, era minha última leitada do dia então caprichei na chupada, aproveitando cada gotinha daquele leitinho engolindo tudo e deixando o pau do meu marido bem limpinho. Saciada por esse dia, me deitei com a cabeça em seu peito e fui dormir abraçadinha com ele, com minha bucetinha e meu cuzinho ardidos de tanta rola rola que levou, porém feliz, principalmente minha boca pela quantidade de leitinho que tomei durante todo dia.

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