A irmã mais nova da minha ex

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Ela tinha acabado de sair da igreja e eu ainda esperava na parada um ônibus para casa. Era tarde da noite, lá pelas vinte e três horas. Vi a morena de cabelos negros e vestido preto colado com detalhes na ponta caminhando em minha direção, quer dizer, em direção à parada. Chegando perto, um carro parou. O carro já estava lotado, para o meu alívio, pois eu realmente não queria ver aquela “oportunidade” entrar no carro. Se de longe eu já achava a mulher gostosa, estava ansioso para vê-la de pertinho. Ela negou o que deveria ser um convite para uma carona, para o meu alívio e continuou caminhando em direção à parada. Chegando próximo à parada, eu notei que era uma jovem e que talvez não passasse dos vinte e poucos anos e isso me fez ficar ainda mais feliz.

Nos cumprimentamos quando ela de fato chegou, mas percebi sua aflição em me ver na parada e claro, sozinha. Ela começou a buscar por refúgios, olhando para todos os lados e até para uma parada mais à frente, na outra rua e eu, louco para dar uma boa olhada em seu corpo, mas não querendo despertar alardes, desconfiei de que a conhecia de algum lugar, mesmo ela usando uma máscara. Consegui desenvolver a habilidade de reconhecer as pessoas pelo olhar e aquele eu sabia que conhecia de algum lugar. Por fim, um nome surgiu de repente na minha mente e instantaneamente perguntei: “Vanessa?” e tão rapidamente vi sua expressão de conforto e alívio.

Realmente era a Vanessa, uma ex-cunhada minha, ainda dos tempos em que eu namorava sua irmã mais velha no segundo grau. Na época Vanessa era uma criança, mas agora… Uma beleza de mulher. Por causa do que acontece atualmente, não pudemos nos abraçar e até que achei melhor, pois com certeza ela sentiria minha rola já dura, que eu escondia com a minha pasta, colocando-a na frente, por mais que estivesse escuro.

Quando eu namorava a irmã da Vanessa, a Mariana, todo mundo da sua família já frequentava a Igreja e pelo menos na teoria, todas as mulheres casariam virgens. Aham, sei. Eu e Mariana não pretendíamos nos casar, mas sexo era todo santo dia, independentemente do lugar e da hora, pois a guria era mais safada do que eu e olha que fui eu quem tirei a virgindade da Mariana.

Olhando para a Vanessa, posso afirmar que ela ficou muito mais gostosa que a irmã mais velha. De costas para mim, olhando para a pista e perguntando se tinha passado um ônibus que ela sempre pega depois que sai da Igreja, eu pude vê-la de costas e apreciar aquele maravilhoso corpo. Mesmo com o longo cabelo liso e negro tampando as costas, assim como a cinturinha fina e uma bela de uma curva na bunda, onde os fios terminavam nas coxas grossas, aquela visão me paralisava meu olhar, por mais que eu conseguisse dar as informações que aquela deliciosa morena perguntava. Só parei de focar meus olhos naquele corpo quando um trovão tirou a minha atenção.

O tempo estava feio, ventava e os raios não paravam de cortar o céu fechado e escuro. Percebi que a Vanessa estava sentindo frio e a única coisa que eu poderia lhe oferecer, seria o meu abraço, contudo, sei que seria inapropriado naquele momento, quer dizer, seria muito cedo.

Agora eu estava desejando que o ônibus dela demorasse, pois Vanessa começou a conversar comigo bem de pertinho, sorrindo e me olhando nos olhos e além de eu notar que ela estará interessada em mim, bom, pelo menos curiosa sobre a minha vida. Perguntou se eu estava solteiro e quando eu respondi que sim, ela também dava as suas respostas. Quando ela olhava para a pista, vigiando se vinha ou não um coletivo, eu rapidamente olhava para o decote discreto dela e justamente por conta dos seios serem grandes é que o decote ficava mais “ousada”, dando para ver um pouco, mas o pouco que deixava a minha rola latejante dentro da minha calça social preta.

Para a minha sorte, a chuva começou e ela veio em forma de “tempestade”. Vento forte, chuva desabando, aumento de raios e trovões. Aquela parada, por mais que tivesse um teto, mais protegia na parte de trás do que na parte da frente, onde tem mais espaço e um banco para se sentar. E foi por isso que eu sugeri para a Vanessa, já que a chuva estava molhando não apenas seus pés, mas suas coxas e uma parte da lateral do seu corpo.

Indo para trás da parada, onde é mais escuro, menos espaço e mais protegido, quem passava pela parada poderia afirmar que ali não tinha ninguém e assim era justamente o que eu queria. Vanessa ficou na minha frente e eu já segurava sua cintura, quase com o meu corpo colado no dela, o que aconteceria em poucos segundos, quando a chuva aumentou. Não fiz nada para impedir que a minha rola dura encostasse na bunda daquela deliciosa morena, mas da primeira vez, percebi que a Vanessa ficou com vergonha e timidez, pois começou a falar sem parar.

Após os constantes toques da minha rola naquela bunda empinada, começou de fato uma bela de uma encoxada, nada discreta. Eu avançava a minha cintura, pressionando meu pau naquele bumbum durinho, segurando a cintura da minha ex-cunhada com as duas mãos, afinal, eu largara a minha pasta no chão discretamente, sabendo que ela não molharia. Para o meu conforto, lentamente a Vanessa começou a dar umas reboladinhas sensuais.

Conforme eu encoxava aquela gostosa, seu vestido preto justo ia ficando cada vez mais curto e por mais que o cabelo dela escondesse aquela bunda, não consegui resistir por muito tempo e deslizei uma mão para passar numa nádega, dando uma “leve” apertada e continuei a descer quando finalmente toquei as coxas grossas da Vanessa e revirei meus olhos, afundando meu rosto no pescoço dela.

Ao passar a minha língua no pescoço protegido pelo volumoso cabelo, Vanessa então empinou a bunda de um jeito que aquela roçada de sua bunda contra o meu pau nos fez gemer. Fora que eu comecei a elogiar o corpo e a beleza daquela morena, que parecia se desmanchar na minha frente.

Então eu fui mais ousado e comecei a subir o vestido daquela morena que já rebolava maravilhosamente na minha pica, deixando que eu lambesse todo o seu pescoço. Ela até que tentou descer o vestido, mas aproveitei para pegar a mão dela e colocar no rumo do meu pau. Vanessa sentiu meu pau pulsar entre seus dedos e eu, com a minha voz rouca e safada, pedi para que ela abaixasse o zíper da minha calça. Sem dizer nada para me impedir e com um pouco de dificuldade em executar aquele pedido, quando finalmente ela baixou o zíper, fiz outro pedido, para que ela tirasse meu pau para fora.

Antes que Vanessa realizasse o meu pedido, ou seja, de colocar meu pau para fora da calça, com sua mão direita ela pegou meu cacete, o tocou, apertou, massageou e até bateu uma leve punheta, para o meu delírio. Já eu, com o vestido na altura da cintura dela, já tinha passado minhas mãos pelas coxas, virilha e uma mão massageava a boceta sem tocá-la diretamente, deixando a calcinha dela bem molhada e quente. Já a minha outra mão apertava os peitos por dentro do decote e minha boca lambuzava o pescoço de Vanessa que apenas gemia e rebolava.

Quando finalmente ela tirou a minha rola para fora, agi com brutalidade. Puxei a calcinha com força que rasgou com facilidade, sussurrei para que ela empinasse aquele “rabo” e fui atendido e ao colocar a minha rola entre as pernas dela, friccionando contra sua boceta carnuda, a puxei pelos cabelo e falei na maior sacanagem: “Sempre quis foder uma cunhada!” A cabeça da minha rola estava úmida e quando comecei a penetrar a Vanessa, sentia sua xaninha quente e encharcada.

Bem devagar eu avançava naquela penetração, desconfiado de uma coisa. Fui enfiando a minha rola sentindo o quanto aquela boceta estava apertada e além de gemer e revirar meus olhos, todo o meu corpo tremia de tesão. Vagarosamente meu pau aprofundava-se naquela xaninha e quando eu o senti todo dentro, com o meu corpo colocado ao de Vanessa, voltei a passar a minha língua no pescoço dela, abaixando a parte de cima do vestido para segurar os peitos dela e assim, comecei a socar meu membro.

Sem pressa fui “comendo” a minha ex-cunhada que apenas gemia. O longo cabelo dela estava no meio e provocava sensações maravilhosas, pois meio que fazia cócegas na minha rola e na minha barriga, sem mencionar que ajudava nas metidas. O som daquela foda estava abafado por causa da “tempestade”, mas eu acho que conseguia escutar minhas metidas e claro, os gemidos.

Vimos um ônibus se aproximar e claro, passar por não nos ter visto. Eu sussurrei para a Vanessa que eu pediria um motorista por aplicativo depois e ela só continuava a gemer.

Aquela posição estava ótima, mas eu queria aproveitar mais aquela chance e ao retirar meu pau de uma vez de dentro da Vanessa, a virei para que encostasse na parede da parada e foi quando e a gente se beijou na boca. Um beijo pecaminoso e ao mesmo tempo apaixonante. Nossas línguas se traçavam dentro da boca, enquanto eu apertava os peitos de Vanessa. Ao passar a mão na bunda dela, não resisti e dei uns tapas, com força, provocando gritinhos daquela morena que estava nas minhas mãos.

Passei as mãos nas coxas dela e a suspendi no ar, comigo entre suas pernas abertas. Vanessa me abraçou com força quando eu consegui penetrá-la novamente e repeti o ritmo de antes, ou seja, fui metendo devagar e aumentando aos poucos. No ouvido dela eu falava e xingava: “Gostosa!”, “Safada!” “Vai ser minha cunhadinha puta!” “Minha vagabunda!” ou seja, eu falava tudo que era proibido e claro, pesado, mas ela só repetia que “Sou toda sua!”, me deixando louco.

Em um dado momento eu pude ver o rosto da Vanessa e o quanto ela estava sorridente e com carinha de quem estava adorando aquela foda. Quando eu disse que achava que gozaria, ela sussurrou para que eu não gozasse dentro dela e ao parar de meter, tirando meu pau todo melecado e assistindo a Vanessa se ajoelhando na minha frente, nada pude fazer a não ser ver jatos curtos de porra caírem em cima daquela morena. Eu gozava descontroladamente, vendo meu “leitinho” caindo no rosto da minha ex-cunhadinha, em cima do seu cabelo e nos peitos.

Olhando para o meu pau, ainda duro e balançando no ar, pertinho do rosto da Vanessa, foi que eu o vi vermelho e arregalei meus olhos ao pensar: “Será mesmo que ela era virgem?”.

Vanessa me disse que não poderia ir para casa daquele jeito sem antes tomar um banho e se arrumar. Pediu gentilmente se eu poderia levá-la para a minha casa e claro que eu consenti, pois eu poderia dar “mais uma” e assim aconteceu quando a Vanessa apareceu no meu quarto apenas de toalha. A peguei pela mão, fechei a porta do meu quarto, a deixei peladinha e enquanto eu passava a minha língua por todo o corpo dela eu perguntei se a família dela não ficaria preocupada. Foi quando eu descobri que ela estava morando com a irmã que eu namorei e que naquela mesma noite a Mariana dormiria na casa do novo namorado. Ou seja, eu teria a minha “cunhada” só para mim e eu farei muito mais do que com a irmã dela. Só espero que ela não me peça para namorá-la, pois seria estranho demais.

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