Retiro das Pecadoras

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Fui contratado para ser o segurança de um evento religioso, um tanto quanto estranho por causa do nome: “Retiro das pecadoras”. E não foi só isso de estranho que achei. O lugar do evento seria em uma fazenda bem confortável, nível cinco estrelas, tendo apenas mulheres e um “profissional” que conversaria com as “pecadoras”. Quer dizer, na realidade, só haveria dois homens, eu como segurança e o tal “psicólogo religioso”, um senhor com uma cara de sacana que estava ansioso pelas chegada das “pecadoras”. 

O tal senhor que faria o “tratamento” das religiosas me chamou num canto e disse quais seriam os meus “serviços”, já que eu pensei que faria apenas a segurança. Segundo o cara, eu teria que recepcionar as visitantes, levá-las até o quarto e dar um folheto com todos os horários de “eventos”, que seriam tanto em grupo quanto “particulares”. Precisava ter tirado uma foto daquele safado quando ele mencionou a parte em que ficaria sozinho com as religiosas. Acho que ele deve ter ficado excitado. 

Não gostei muito dos meus outros serviços, que incluía ser como um “acompanhante” das visitantes e eu logo pensava que cuidaria de umas senhoras de idade que não tinham mais o que fazer, mas assim que chegou o primeiro carro e fui, junto com o senhor, recepcionar a religiosa, quase babei! Saiu do carro uma loira maravilhosa, de vinte e poucos anos, usando um lindo vestido na cor vermelho-vinho, que delineava o quanto aquela loira é gostosa. Usando salto alto que deixava a bunda dela empinada, me deliciei com a visão. Cinturinha fina, pele rosada, cabelo loiro ondulado até o meio das costas, seios médios e apesar da carinha de culpa dela, quando ela me viu senti que estava nu diante dela.

O senhor pegou nas mãos da visitante, confortando-lhe com umas palavras nada a ver e rapidamente explicou para a visitante que ela não precisaria ter vergonha de seus pecados e que lá ninguém se trataria por nomes e nem revelaria seus “problemas”. Como me foi explicado, fui acompanhar a visitante ao seu quarto. Pedi para que ela fosse na frente e conforme ela rebolava, meu pau foi endurecendo e crescendo dentro da minha cueca. Chegando ao quarto onde ela ficaria, meu serviço era simplesmente entrar, deixar as malas dela e entregar um papel, porém, a loira me encarava com um olhar que me deixou arrepiado e mordendo o lábio inferior, me pediu gentilmente que eu a abraçasse, pois ela estava com saudade de casa. Como negar aquilo? A abracei e ela logo sentiu meu cacete duro tocando seu corpo quente e eu, tomado por uma excitação insana, mais o delicioso perfume da loira, somado a uns dias sem sexo, desci com as minhas mãos por trás das costas da loira, apertei sua cintura e sem nem avisar, passei minhas mãos naquela bunda durinha e gostosa. Juro que não fiz mais nada porque o irritante do “psicólogo” me chamou pelo rádio, dizendo que outra visitante estava chegando. Ganhei um beijo da loira e prometi que eu lhe ajudaria a tirar aquele lindo vestido, assim como outras coisas.

Tentei voltar ao normal, para que aquele velho não percebesse que eu já estava quebrando protocolos, quando eu vi uma linda morena saindo do carro com uma carinha de coitada que rapidamente me fez ficar excitado novamente. Linda de rosto, olhos pretos, boca perfeita com dentes brancos e lábios delicados, cabelo pretinho e alisado que estava por cima dos seios volumosos, como que a escondê-los, usando uma saia preta comportada, mas que ainda assim mostrava suas belas coxas grossas e uma blusa bem coladinha que mesmo a mostrando magrinha, os seios se destacavam. Rapidamente peguei a mala e a bolsa dela e mais uma vez, com a mulher indo na minha frente, à procura de número de seu quarto, fui me deliciando com aquela visão. Entramos no quarto, deixei as coisas dela em cima da cama, perguntei se ela gostaria de um abraço e ela veemente negou, para depois, como que me explicando, disse que, com apenas um toque, ela não se aguentaria e me “atacaria” sexualmente. Ah, como eu queria aquilo! Contudo, mais uma vez o velhote me chamava pelo rádio e mais uma vez eu prometi que daria sim um “abraço” naquela morena.

Eu estava gostando daquele serviço e assim que cheguei perto do velhote, que me encarava com raiva, sussurrou mais para ele do que para mim: “Eu pedi um segurança gay!” e rapidamente entendi porque o Carlinhos, o segurança que iria trabalhar aqui, quis trocar de evento comigo.

Quando uma ninfetinha de pele branca, magrinha e com o seu longo cabelo castanho passando do bumbum saiu do carro, eu me tremia por completo, tendo a certeza de que aquela semana seria maravilhosa para mim. Com menos de um metro e sessenta de altura a religiosa novinha não parou de me “comer com seus olhos” e mal entramos no quarto, ela me agarrou. Fiquei chocado com a força que aquela guria tinha, empurrando um moreno de um metro e oitenta e cinco e quase noventa quilos contra a parede e após alisar meu membro, sussurrou no meu ouvido: “Vou te esperar meia noite aqui no meu quarto. A porta vai estar aberta. É só você entrar e me possuir com vontade!” e passou sua língua em meu pescoço, enquanto eu subia minha mão por baixo de seu vestido azul e lambrecando meu dedo em uma calcinha úmida. 

Me encantei com a “japonesinha” falsa-magra. Usando um vestido “tubo” que mostrava suas belas curvas, fiquei maravilhado com o tamanho da “raba” dela. Sim, “raba”, porque aquilo não era simplesmente uma bunda em evidência. Com ela na frente, rebolando com o movimento de seu cabelo castanho próximo à bunda, mal entrei no quarto dela e logo o chato do “psicólogo” me chamou. Talvez ele também tivesse ficado esperançoso com a “japinha”. 

A próxima morena que chegou parecia aquelas de capa de revista adulta masculina. Um “corpaço” com curvas bem perigosas, alta, cabelos negros, boca carnuda e como sabia desfilar e olhar. Todas elas chegam com essas saias e vestidos justos, aumentando o meu tesão por elas, mas essa morena em especial, estava realmente com “fogo”. Ao entrarmos em seu quarto, ela foi me chamando para ajudá-la a “levantar a saia”, empinando a bunda para mim, com as mãos na pia e me olhando com uma cara de safadinha pelo reflexo do espelho que só tive tempo de trancar a porta e abaixar o zíper da minha calça. Subi a saia daquela gostosa rapidamente, tocando aquela pele macia e rosada e salivando ao ver a bunda branca. Rasguei a calcinha com facilidade e coloquei minha rola dura e latejante entre as pernas dela, para que ela sentisse meu membro “pulsar” com o simples toque de sua boceta. Deslizei minhas mãos pela cintura da morena e puxei com força a camisa de botões que ela usava, que se espalharam por todo o banheiro. Levantei o sutiã dela, agarrando seus grandes seios e cravei minha boca no perfumado pescoço da morena, que pedia para que eu a penetrasse. Assim que eu fiz o que ela desejava (na verdade, nós desejávamos), escutei pelo rádio a voz do velho, mas não tinha como parar de foder aquela “mulher-maravilha”, pois ela lembrava a atriz do filme. Aquela rapidinha foi tão gostosa e me aliviou tão bem, que quase fui ao chão junto com a morena, que ficou de pernas bambas após gozarmos juntos, recebendo minha goza em seu rosto e cabelo. 

Me arrumando ao sair do quarto da morena, colocando a minha camisa social por dentro da calça, passou por mim, sozinha e puxando uma grande mala, mais uma morena gostosa, de cabelos encaracolados, uma saia justa, de meias pretas e bota, me olhando com curiosidade enquanto eu olhava para a bunda dela. Rapidamente me solicitei para levar a mala dela e como eu já estava satisfeito, entreguei um folheto e fui embora, com olhares nada discretos da visitante.

Mal dava tempo de pensar sobre aquelas mulheres e retiro, pois quando eu cheguei perto do velhote, havia chegado mais uma gostosa, essa com um jeitinho de índia, boca carnuda e um jeitinho de safada, contudo, quis mostrar que era “inocente”. Antes de levá-la para o quarto, o “psicólogo” me puxou pelo braço e sussurrou no meu ouvido: “Já deu para perceber que elas estão aqui por um motivo óbvio, não é?” – disse ele com certo ciúmes na voz, ao perceber que a visitante que chegou me olhava com desejo e como que uma “repulsa” para ele. Nem quis saber. A “índia” desfilava na minha frente e jogava o cabelo para o lado, virando seu rostinho de safada para mim e sorrindo. Ao entrarmos no elevador, para irmos ao pavimento superior, não resisti e toquei no pescoço dela, elogiando seu sedoso cabelo longo, deslizando meus dedos pelos fios até o bumbum e passando aquela “mão boba”. Mesmo satisfeito e com o pênis amolecido, entrei no quarto aos beijos com a “índia”, numa trocação de língua saliente. Subi o vestido dela com facilidade, passando minha boca por aquela pele jambo cheirosa. Lambi as coxas, a bunda, a xaninha, a barriga e os seios, que mesmo caidinhos eram uma delícia, com seus bicos grandes de uma tonalidade marrom escuro. Já tinha largado o rádio longe e tirei minha roupa também, levando a “índia” para o banheiro, a fim de tomarmos banho juntos. Debaixo do chuveiro, peguei aquela baixinha pelas pernas e a levantei, com ela me abraçando forte. Com a ducha caindo em cima de mim e sentindo ela me engolindo com aquela boca, não demorou para que eu ficasse de rola dura e a penetrasse. A foda foi lenta, mas as metidas foram com força e fundas, fazendo com que a guria gemesse aos gritos, cravando suas unhas em minhas costas. Mesmo penetrando a “índia”, eu a imaginava como seria ela de quatro, puxando ela pelos cabelos. O gozo foi fora, bem no rostinho daquela deliciosa, que ficou de joelhos na minha frente, à espera de “leitinho”. 

Saí do quarto já achando que seria demitido, mas como não parava de chegar “convidadas” o velhote nem se deu conta da minha “escapada”, pois estava ocupado o bastante “apalpando” as religiosas que chegavam, e que ali buscavam “tratamento”. Era cada “deusa” que aparecia na minha frente e mesmo de pau amolecido, eu dava um beijinho aqui, um abraço aqui, escutava uma sacanagem ali e sentia unhas alisando a minha coxa acolá. Eram morenas, loiras, negras, cada qual uma mais linda e gostosa que a outra e claro, eu me apaixonei de verdade por algumas.

Aproveitei que o velhote conversava com algumas moças e voltei para o quarto da primeira visitante que chegou, a loira de vestido vermelho-vinho, que realmente estava à minha espera, pois ficou bem animadinha ao me ver abrir a porta de seu quarto. Ainda usando o vestido e sorrindo para mim, sem trocarmos uma palavra começamos a nos beijar na boca. Eu, mesmo de olhos fechados, os revirava ao tocar na bunda da religiosa, que envolveu seus braços em volta do meu pescoço, me beijando com vontade. Aproveitei e subi um pouco aquele vestido para dar uma bela de uma palmada naquele bumbum empinado de nádegas rosadas, deixando a loira atiçada. “Acho que não preciso tirar o meu vestido.”, disse a loira, se afastando de mim e já realizando a minha fantasia, ficando de quatro em cima da cama. Que linda bunda ela tem e empinada, ficou ainda melhor. Realmente queria pegá-la de quatro, mas aquela xaninha rosada e delicada “pedia” por uma chupada e assim eu fiz. Me deixei embaixo da loira e comecei a chupar aquela boceta, com direito a loira rebolar na minha cara. Assim que senti meu membro endurecer, mandei que a loirinha fizesse um boquete. Pensa numa mulher que sabia o que estava fazendo. Contudo, só notei a aliança dela quando a dita segurava a minha pica enquanto chupava. Se eu sentia culpa? Nada! Só empurrei a nuca da loira contra a minha rola e a fiz engolir todo o meu pau. Deixei os lábios e o rostinho da loira bem babadinhos. Ordenei que ela ficasse de quatro, a peguei pela cintura e penetrei meu pau lentamente dentro daquela apertada vagina. Nas primeiras socadas eu fiz bem devagar, mas olhar para aquela “raba” linda e não dar uns tapas, era perder oportunidades. Ela jogava o cabelo para me olhar, sorrindo com o fato de sua bunda ficar marcada com meus tapas. Quando a loira pediu para que eu a xingasse, notei que a gente estava próximo de gozarmos juntos, afinal, ela gemia descontroladamente e eu, me segurava para não jorrar rápido. Ao chamá-la de “puta”, “vadia”, “cadela”, comecei a gozar dentro dela quando a chamei de “vagabunda”. Não deu “tempo” e nem vontade de parar de meter enquanto eu gozava dentro daquela delícia de loira, que empurrava seu corpo contra o meu. Só paramos quando eu não tinha mais forças e me deitei em cima dela, sentindo que eu “inundava” aquela boceta. 

Passei por umas “ninfetinhas” pelo corredor, que me perguntaram onde ficava o auditório. Eu estava suado, satisfeito com a foda que tinha acabado de realizar e eis que, bem na minha frente, três novinhas que pareciam irradiar lascívia.  A que parecia mais novinha, com carinha de anjo e corpinho de colegial me olhava de uma maneira que me deixou todo arrepiado. Ao lado dela, uma branquinha “fofinha” de peitos grandes, linda de rosto e sem vergonha alguma passou sua língua em seus lábios. Já a outra “ninfeta” desviava seu olhar de mim, sussurrando para as outras: “Estamos aqui para sermos curadas.”, mas as outras não ligavam. A mais novinha me perguntou se eu poderia dar uma olhada no ar-condicionado do quarto e antes que pudesse esboçar um sorriso a que reclamou mandou que a “fofinha” fosse junto comigo, para “evitar tentações”. E lá fui eu, com duas “novinhas” para o último quarto do corredor. As duas pareciam que estavam lendo o pensamento uma da outra assim que entrei com elas no quarto, pois a “fofinha” virou a chave da porta discretamente, enquanto a mais “novinha”, de corpo magro e jovial se esticando toda, fazendo com que sua minissaia jeans encurtasse, me apontando o “problema”. Sei lá o que deu em mim, mas eu peguei no pulso das duas e as fiz sentar-se comigo na cama, bem na beirinha. Comecei a beijar na boca da novinha, passando minha mão em suas belas pernas de pele suave. O beijo era como se estivéssemos apaixonados, foi “doce” e delicado, mas eu sussurrei no ouvido da novinha: “Tire a camiseta.” Me virei para o outro lado e tocando o rosto da “fofinha”, começamos a nos beijar na boca. Ela em momento algum em impediu, pelo contrário, parecia se “entregar” para mim. Tentei avançar com a minha mão entre as pernas dela, mas a saia me impediu. Após um longo beijo, também sussurrei a mesma coisa no ouvido dela. Novamente voltei a beijar a mais novinha, não antes de dar uma bela olhada nela sem a camiseta. Ao alisar a barriga dela, eis que ela começou a gemer, sem tirar seus olhos dos meus. Tirei o sutiã dela e ao me maravilhar com seus peitinhos bem redondinhos, de bicos achatados, não me aguentei e também os toquei, acariciando com cuidado. Ao beijá-la, senti o quanto ela estava me desejando, afinal, quase me engoliu com sua boca. Com uma mão entre as pernas da mais novinha, me surpreendi com a “fofinha” sem blusa e sem sutiã e caí de boca nos “melões” branquinhos dela. Parei porque eu tive uma ideia. Mandei que as duas ficassem em pé, uma do lado da outra e as aproximei, comigo ainda sentado na beira da cama. Enquanto chupava os peitinhos da mais novinha, acariciava os seios grandes da “fofinha” e vice-versa, saboreando dois pares de seios gostosos. Apesar das duas rirem, eu percebi que elas estavam com vergonha, mas não parei por aí. Me levantei e as fiz se sentar na beira da cama. Abaixei minha calça, minha cueca e mostrei a minha rola para as duas, ainda meio “mortinha” e falei: “Me chupem até me deixar de pau duro!” Foi a mais novinha quem começou primeiro. Ela passou a língua por todo o meu pau, como se ele fosse um picolé e após lamber apenas a cabeça da minha rola, foi a vez da outra novinha, que babou bem gostoso a pontinha e umedecendo meu membro, foi chupando até o talo. Nos primeiros minutos eu as deixei “livre”, mas depois eu as pegava pelos cabelos e as “forçava” para engolir meu cacete. Enquanto uma chupava, eu dava bofetadas na outra, sem esquecer de pegar nos peitos, apertando com vontade, tanto os seios grandes quanto os peitinhos. Coloquei as duas para chuparem meu pau ao mesmo tempo e juro que aquilo tinha me realizado, por mais que eu ainda não gozasse. Quando não aguentava mais, peguei a mais novinha e a levantei, deixando-a em cima de uma mesa de madeira. Puxei ela para a beirinha, encurtando sua minissaia e ao afastar sua calcinha para o lada, comecei a penetrá-la. A mais novinha me abraçou e puxei a outra para que nos beijássemos na boca, enquanto eu tirava a saia dela. Virei a “fofinha” de costas e mandei que ela empinasse a bunda. A penetrei com ela em cima da mesa, com seus peitos se esparramando pela madeira. A bunda dela era gigante em comparação com a novinha, que desceu da mesa e ficou na mesma posição que a amiga, empinando sua bundinha e com a calcinha na altura dos joelhos. Ao pegar a mais novinha por trás, puxei ela pelos cabelos e metia com força, batendo a mesa contra a parede e fazendo barulho. Ao mesmo tempo metia meus dedos na vagina da “fofinha” que se contorcia. Não tinha preferência em quem gozar primeiro, mas fiz com as duas a mesma coisa: soquei minha rola até o fim, puxei cabelos, dei tapas na bunda e as masturbei enquanto penetrava a minha pica em uma xaninha. Próximo de gozar, puxei as duas e as fiz ficar de joelhos na minha frente. A porra saiu descontrolada e caiu tanto nos rostos quanto nos cabelos e nos seios das novinhas, me fazendo perder as minhas forças e desabar na cama. Não sei por quanto tempo dormi, mas eu acordei com duas novinhas peladinhas, cada uma de um lado, era mais do que uma fantasia. 

Fiquei sabendo que o velhote estava fazendo “consultas particulares” nos quartos das visitantes e fiquei com receio de entrar e encontrar o tal “psicólogo”. Fui então descansar no quarto que estava reservado para mim e antes de chegar, quem estava à minha espera? A linda morena de saia preta, que me revelou seu nome e também sua tara: “Sou ninfomaníaca, mas ainda virgem. Então, você sabe o que eu gosto de dar, não é?”, perguntou como se fosse a coisa mais normal do mundo, a tal morena. Ainda bem que ela pediu para que fôssemos devagar, pois além de eu estar exausto, também estava de pau mole. A linda morena entrou no meu quarto e após uma rápida conversa, no qual ela disse que estava ali para “se curar”, começamos a nos beijar lentamente na boca, como se fôssemos um casalzinho de namorados na nossa primeira vez. Nus, debaixo do lençol, nossas bocas e mãos eram pura safadeza. Me demorei muito chupando os peitos daquela morena, que além de serem durinhos, seus bicos eram pontudos. Passei minha língua por todo o corpo dela, desde os pés até a orelha. Assim que meu pau endureceu como uma “tora”, ela virou-se de barriga para baixo e abriu as pernas. Fui para cima dela, ainda lambendo seu cuzinho, revirando meus olhos e escutando os gemidos da morena. Me encaixando em cima dela, enrolei minha mão naquele longo cabelo e devagar fui penetrando a cabeça da minha rola naquele cuzinho apertado. Virando o rostinho angelical e sorrindo para mim, começamos a nos beijar na boca. Linda, com carinha de inocente, dando o cuzinho para mim, como não “bombar” com brutalidade num buraquinho gostoso como aquele? Mudamos de posição algumas vezes, mas sempre metendo no “rabinho” dela. Ficamos de ladinho, com ela de quatro e por fim, comigo empurrando meu pau com força em cima dela. Me impressionei quando ela pediu para que eu gozasse na boquinha dela. Não vi ela indo embora e muito menos quando apaguei.   

Coloquei um alarme em meu celular para lembrar dos compromissos em que eu precisava estar presente e uma delas seria justamente uma palestra onde todas as “pacientes” teriam que escutar o tal “psicólogo”. Fiquei na porta, distribuindo folhetos para cada “pecadora”. Umas olhavam-me com repulsa,como se eu fosse a própria “tentação” de seus problemas. Mas outras, a grande maioria, me “comia” com seus olhinhos de safadinhas. As que eu transei, pareciam cair na real e entraram focadas em sua “cura”, o que me deixou um pouco triste, afinal, eu não tive culpa de nada. Bom, o lado bom é que vi muitas delas nuas e se entregando a mim para buscar o prazer. Eu não tinha culpa se elas estavam com consciência pesada. 

Quando a magrinha que tinha me empurrado contra a parede e a única com quem eu não transei, passou pela porta do auditório, faltou me “comer” de fato, pois o olhar dela dizia tudo. Usando um vestido marrom, bem justinho e de salto alto, não pude ver sua bunda porque seu longo cabelo tampava a visão. O final de seu cabelo chegava facilmente abaixo de seus joelhos e por alguma razão eu fiquei excitado com aquele cabelo sedoso, volumoso e comprido. Ficando em pé, na minha frente e virando seu rosto com um sorrisinho safado, a baixinha me encarava de um jeito lascivo e sensual e sem vergonha alguma, começou a rebolar e a subir seu vestido, me revelando suas lindas batatas e suas coxas. Ela subiu tanto aquele vestido que quase mostrou o bumbum e como aquele lugar estava um pouco escuro, nem todas as mulheres que ali estavam viram o “assanhamento” daquela garota. Sem mais, ela virou-se e saiu do auditório me puxando pela mão e eu fui com tanta facilidade que nem me reconhecia.

Me levando para o seu quarto, a magrinha me fez sentar-se em uma poltrona e de frente para mim, tirou sua roupa, ficando peladinha. Ela sussurrou dizendo que não me queria ver pelado, apenas pediu para que eu tirasse meu cacete para fora e ao vê-lo, ajoelhou-se na minha frente e com uma carinha de “santinha”, sem usar as mãos, começou um carinhoso boquete. Com uma boca pequena de lábios delicados, a garota babava e sugava meu pau lentamente, como se estivesse saboreando a minha pica. O que eu mais gostava era do esforço dela em tentar engolir todo o meu membro, fazendo-a ficar com os olhos lacrimejantes. Após me “levar a lua” com sua boca, a magrinha virou-se de costas, jogando o longo cabelo para o lado e assisiti aquela pequena e redonda bunda sentando em meu colo. Meu pau parecia “rasgar” aquela xaninha apertada, mas nas próximas “sentadas”, tudo ficou mais fácil de entrar e consequente, mais gostoso. Com as mãos em meus joelhos, aquela garota começou com uma das maravilhosas “cavalgadas” que recebi na vida, tanto por ser lindamente de costas, por uma bunda perfeita, pelos gemidos “angelicais” e por aquele cabelo se espalhar por todo o meu corpo, meio que me massageando. Aumentando a velocidade conforme o tempo, suamos e nos abraçamos em silêncio, mas a medida em que ela ia sentindo prazer, seus gemidos passaram a ficar mais altos, quase gritando. Me segurei demais para não gozar dentro dela e rápido, mas aquela guria era uma “deusa do sexo”, pois suas reboladas e sentadas eram coisa de profissional. Tirei meu pau de dentro dela no momento exato em que ia gozar e o jorro foi sem controle, caindo em cima do cabelo dela e na minha roupa. A deixei deitada, completamente exausto e peladinha em cima da cama e fui embora, voltando para o meu quarto e depois para o auditório.

A noite uma morena disse que estava com medo de que alguém estivesse dentro de seu quarto e “transamos” dentro do banheiro. Quer dizer, dei-lhe uma exncoxada e mesmo com a gente de roupa, chegamos ao orgasmo. Outra mulher me “atacou” nas escadas e mesmo com o perigo de sermos descobertos, transamos ali mesmo. Agora, a mais linda e gostosa do evento fugia de todas as formas do velhote e foi se esconder justamente no meu quarto. Usava um vestido branco e que delineava seu corpo sensual de um jeito excitante. Ela disse que era casada, mas que sentia prazer apenas transando com caras desconhecidos e sempre com ela por cima e vestida. Disse que o velhote queria “traçá-la” e ela, mesmo com sua tara, sentia repulsa pelo velho, mas enquanto conversava comigo, já estávamos transando. A boceta dela parecia fazer massagem em meu cacete e mesmo comigo passando a mão por todo o corpo dela, querendo vê-la nua, ela não deixava e continuava a falar. Gozamos com uma foda lenta e prazerosa. E sim, muito estranha.

Soube que o velhote conseguiu transar com algumas “pecadoras”, mas a história não deu muito certo para ele, pois muitas o processaram. Eu? Eu me transformei em um “conselheiro” das “pecadoras”, com muitas indo na minha casa procurando por “tratamento” e nunca recuso a “ajudar”. 

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Comentários (1)

gilalvesgomes em 13/01/2021

Não se deve negar ajuda a quem precisa, mesmo sendo um tratamento prolongado…

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