Uma rapidinha na academia

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Assim que as academias reabriram, Emily, uma “amiga colorida” minha me mandou mensagem me convidando para irmos juntos à academia do nosso bairro. Por mais que eu achasse muito cedo para malhar, aceitei o convite porque eu estava com saudades dela e ela sabe o quanto eu sou safado e ousado.

Saí de casa já excitado e com pensamentos sacanas, mas assim que eu vi a Emily saindo de sua casa, senti meu coração chegar à minha boca e meu pau endurecer. Aquela morena estonteante estava usando uma calça legging rosa bem coladinha e uma blusinha preta que logo aparecia sua barriga “negativa” e seus seios bem redondinhos. De cabelo solto e liso, me maravilhei com àquela linda visão.

—Uau! Pra quem disse que não estava malhando… – falei para a minha amiga, nos tocando apenas com os nossos cotovelos, mas querendo muito dar “aquele abraço”, bem apertado.

Emily dera um sorriso sacana e me olhou com uma carinha que eu conhecia bem: a de quem estava a fim de aprontar.

Fomos juntos para a academia, que fica no fim da nossa rua e de vez em quando, eu dava umas “desculpinhas”, como amarrar o cadarço de um tênis ou já me “alongando” só para dar uma boa olhada na bunda daquela morena, que estava um espetáculo. Olhei tanto que fiquei na dúvida se ela estava ou não usando calcinha.

Como era muito cedo, não tinha uma viva alma na rua, quanto mais na academia, onde só tinha uma atendente, que rapidamente explicou como a academia estava funcionando. Mal escutei a atendente, pois tentava olhar discretamente para a Emily, que parecia “coçar” sua boceta, do tanto que movimentava suas coxas uma na outra.

—Vamos pedalar um pouco? – perguntou Emily, me puxando pela mão e me deixando excitado, pois logo eu me lembrei que os aparelhos de pedalar ficavam no subsolo.

Emily foi na frente, descendo as escadas, dando uma reboladinha de me deixar sem fôlego. Entramos na sala de aula e sorrimos juntos ao notarmos que éramos os únicos ali. Contudo, para ficarmos mais à vontade, virei a chave que estava na porta de vidro e por mais que fosse transparente, nós escolhemos os aparelhos mais perto da parede.

Mal eu tranquei a sala e já fui puxando a Emily pela mão, para perto de mim. Nos beijamos silenciosamente, com uma deliciosa troca de línguas salientes e gulosas. Tocar na cinturinha fina daquela morena é um sonho, mas passar a mão naquela bunda durinha, é uma perdição. Aquela morena também é bem tarada, tanto que ficou “massageando” minha rola por cima do meu short e sugando a minha língua como se estivesse sendo o meu pau.

Assim que eu coloquei minha mão entre as pernas dela, sentindo o famoso “capô de fusca”, pude perceber o quanto estava “fervendo” ali. Emily tocara meu pulso, mas não afastou minha mão. Roçando suas pernas uma na outra, comecei a masturba-la com meu dedo do meio. Com meu dedo frenético e minha boca no pescoço daquela morena, fui colocando minha outra mão por dentro da blusinha dela, me impressionando com o fato de ela não estar com sutiã.

Apertei os peitinhos da minha “amiga” e fui logo subindo a blusinha, tirando minha boca do pescoço da Emily para me abaixar um pouco mais e começar a chupar aqueles seios bem redondos com bicos grandes. Passava minha língua em volta das aréolas, sugando os peitinhos e apertando os bicos com os meus lábios. Emily gemia baixinho, com uma mão em meus cabelos, bagunçando-os e com a outra em meu pulso, como que controlando a “pressão”. Do jeito que ela fazia, parecia que ela queria que eu rasgasse sua calça.

Eu estava com tanta saudade daquela gostosa que nem quis saber e abaixei a calça legging rosa dela até a altura de suas canelas e a levantei para que se sentasse no banco da bicicleta. Segurando as pernas dela, me abaixei para continuar lambendo o corpo daquela gostosa.

Como o ar-condicionado não estava ligado e os nossos “exercícios” estavam ficando cada vez mais calorosos, começamos a suar e o gosto daquela pele molhada era uma delícia!

Passei minha língua na barriguinha da minha amiga e sorrindo por vê-la sem calcinha, fui lambendo a boceta carnuda de Emily, que mal se equilibrava em cima do aparelho, mas forçava a minha cabeça por entre suas pernas.

Eu estava gostando de me “afogar” naquela suculenta e saborosa xaninha, enfiando minha língua dentro daquela boceta e revirando meus olhos com tamanho prazer. E como eu sei que a minha amiga curte uma “rapidinha”, ainda mais no lugar onde estávamos, a fiz descer do aparelho e a virar de costas para mim.

—Empina esse rabo bem gostoso para mim, sua puta! -falei bem pertinho da orelha de Emily, que se contorcia na minha frente e fazendo o que eu pedi, sussurrou para mim:

—Mete com vontade dentro de mim… Estou apertadinha.

Peguei minha amiga pela cintura e posicionei meu pau duro e latejante para bem perto daquela boceta molhada. Rocei meu cacete naqueles “lábios molhadinhos” até sentir que a cabeça da minha rola estava na “entradinha”. Forcei a penetração e realmente constatei que estava bem apertadinha aquela xana. Com vontade continuei a penetrar a minha amiga e assim que senti minha rola entrando, passei minha mão esquerda no longo e sedoso cabelo daquela morena e assim que puxei com força ao mesmo tempo meti meu pau todo dentro dela, dando aquela socada profunda.

Ambos gememos juntos e mesmo se alguém ali aparecesse, a gente não pararia de transar.

Emily dava para mim, indo contra o meu corpo enquanto eu metia meu cacete com vontade dentro dela, revirando meus olhos com tamanho prazer. Estávamos como que “banhados” de suor, com minhas mãos escorregando por aquela pele úmida e quente. Minha amiga me olhava pelo espelho à nossa frente e eu, às vezes olhava para a carinha de prazer que ela fazia, outras vezes olhava para aquela bunda bem desenhada e durinha.

Quando eu comecei a dar tapas na bunda da minha amiga, ela começou a gemer um pouquinho mais alto e o cheiro de sexo espalhava-se por aquela sala, num maravilhoso exercício.

Quando eu puxei mais uma vez o cabelo da minha amiga, foi para avisá-la, com a minha boca bem perto de sua orelha que estava para gozar. Me impressionei quando ela disse, quase aos gritos:

—Goza esse leitinho quente na minha cara!

Umas metidas mais rápidas e fundas depois, peguei minha amiga pelo pescoço, a fiz ajoelhar na minha frente e mirando meu pau em direção ao rosto dela, senti meu gozo jorrar sem controle. Fechei meus olhos ao segurar a cabeça da minha amiga e passar meu membro em seu rostinho, sorrindo de “orelha a orelha”.

Emily vendo que eu ainda estava de pau duro, simplesmente me jogou no chão e veio por cima de mim, dando uma linda cavalgada de costas para mim, perguntando o que eu achava do corpo dela. A enchi de elogios, quase sem voz, tomado pelo prazer inesgotável.

Nos vestimos sorrindo e aliviados com aquela sacanagem gostosa e claramente sem energia para pedalar, mal para subir os degraus, com dificuldade fomos usar outros aparelhos da academia.

Com a Emily afastada de mim, achei estranho que a atendente, uma loirinha magra (mas que eu transaria sem problema algum), veio para perto de mim e disse, sem cerimônia ou vergonha:

—Agora a academia tem câmeras de segurança. Eles colocaram enquanto estava fechada. Tudo o que aconteceu lá embaixo foi gravado, mas… Se você vier malhar amanhã, sozinho, antes das seis da manhã, eu posso apagar o vídeo.

Virando-se sem que eu pudesse respondê-la, mesmo sabendo que aquilo não foi um convite, só achei ruim o fato de que terei que novamente acordar mais cedo para “malhar”.

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