Minhas amigas coloridas

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Na sala onde eu trabalho, estou bem servido em relação a questão de companhia. Fico sozinho com as duas mais lindas e gostosas estagiárias da empresa. Bom, isso é o que eu acho e sou muito sortudo por isso, afinal, elas são muito minhas amigas e confiam em mim, a ponto de eu saber tudo sobre elas.

Contudo, eu tenho interesses mais do que amizades e conversas. Na realidade, eu tenho verdadeiras más intenções para com as duas.

A que tenho uma paixão reprimida e que para a minha alegria brigou com o idiota do namorado, se chama Priscila e para resumir, é a princesinha do lugar. Pequena, baixinha, meiga e falando com timidez, isso quando fala, sempre fica com vergonha e quando isso acontece, logo nota-se sua pele ficando vermelha. É branquinha, ruiva, olhos verdes, linda de rosto com traços delicados. Boca pequena, assim como as mãos e os pés. Possui uma bunda pequena, porém, bem redondinha e como sempre usa calça justinhas, olho todas as vezes em que ela fica de pé e passa por mim. Apesar dos seios serem pequenos, do tamanho de laranjas, acho que combina e muito com todo o corpo dela. Priscila já deve desconfiar de que sou apaixonado por ela, tanto que já comentou isso com a nossa amiga de mesma sala, a Patrícia, que logo veio me contar isso, sabendo dos meus interesses por aquela apaixonante ruivinha.

Já Patrícia não deixa de ser do meu interesse, mas ela é completamente diferente de Priscila. Não por ser negra, mais alta e gostosa. Menos ainda por ter peitos grandes, uma cintura gostosa e uma bunda um pouco maior do que a Priscila. Acredito que tenho interesses em Patrícia por ser safadinha e mesmo namorando, me dá mais do que bola, pois ela me dá esperanças e de vez em quando, também dá uma reboladinha gostosa em cima de mim, quando estamos sozinhos na sala e estamos a fim de “aprontar”. Porém, nunca passou disso. Apenas umas encoxadas, umas trocas de beijos rápidos e uma mão aqui e outra ali.

E uma noite, depois de uma festinha na empresa, nós três começamos a deixar tudo mais sacana. Quando rolou uma conversa da gente fazer um lance a três no motel, faltou a Priscila concordar, pois eu e Patrícia começamos a nos beijar e a prometer putaria um para o outro.

Patrícia usou muitas desculpas e eu, além de argumentos, dei a entender que eu queria muito mais com a Priscila do que simplesmente sacanagens. Para a nossa alegria, todo mundo concordou em ir para a minha casa mesmo, afinal, eu morava sozinho e seria muito menos desconcertante. Contudo, eu comecei a ficar desconfiado de que não era só eu que queria a ruivinha.

Na minha quitinete o único lugar mais “confortável” era no meu quarto, que além da grande cama, havia o banheiro. Com uma garrafa de vinho e uns chocolates, com a luz de velas, uma música de fundo, fiquei dançando e agarrando as minhas amigas.

Priscila estava usando, pela primeira vez, uma calça jeans branca e que deixava sua pequena bunda ainda mais irresistível. Sem esquecer no tomara que caia bege, escondido por uma jaqueta também jeans e branca. Com o cabelo amarrado num rabo de cavalo, deixando seu pescoço “nu”, comecei a beijá-la ali mesmo, com carinho e um pouco de safadeza, passando minha língua em sua pele macia e cheirosa. Já Patrícia usava uma calça legging preta e era lindo ver o desenho de “capô de fusca” na parte da frente, entre suas pernas. Dentro da blusa folgada dava para ver os peitos grandes dela “saltitando” conforme ela dançava e minha mão por dentro, com dois dedos abrindo o sutiã.

Um braço meu estava em volta de Priscila, que me abraçava carinhosamente e de vez em quando também beijava o meu pescoço. Quando eu abri o sutiã da Patrícia e a ajudei a tirar a blusa, ficando nua da cintura para cima, passava a minha outra mão na bunda dela.

Acabamos a garrafa de vinho e nos sentamos na beirada da minha cama, comigo no meio entre as minhas duas “amigas”. Comecei a beijar a Patrícia na boca, acariciando seus peitos grandes e de olho neles. Sentia a Priscila nos observando e mesmo querendo muito beijá-la, pegar nos peitos da Patrícia e sentir tesão com o beijo dela, apenas me atrasava.

Ao me virar para a Priscila, nos olhamos rapidamente e sorrimos. Devagar nossas bocas se aproximaram e finalmente a beijei, com toda a delicadeza e paixão, mas com as minhas mãos em “ação”, pois tirei a jaqueta dela e por cima do tomara que caia, fui passando minhas mãos em seus peitinhos. Ao mesmo tempo, Patrícia, que não gostava de apenas assistir, foi abrindo a minha calça jeans e a tirando, junto com a minha cueca. Sei que a Priscila não percebeu quando a nossa amiga se ajoelhou na minha frente e sem vergonha alguma, começou a fazer um maravilhoso boquete.

Quando eu consegui abaixar aquele tomara que caia, fiquei encantado com aqueles lindos seios. Pequenos, redondinhos, rosados e firmes. Os bicos eram pequenos, porém, durinhos e as aréolas de uma tonalidade rosa mais claro. Evidentemente que caí de boca literalmente, enquanto Priscila acariciava meus cabelos de olhos fechados e Patrícia mamando a minha pica.

Ao abrir a calça da Priscila, ela teve que levantar para que eu pudesse tirar e foi quando arregalou os olhos vendo a Patrícia de joelhos na minha frente, praticamente engolindo a minha rola deliciosamente. Rapidamente a Priscila ficou vermelhinha de vergonha, a deixando ainda mais sensual, pelo menos para mim e isso refletiu rapidamente na minha rola, que começou a latejar mais forte.

Patrícia parou de chupar o meu cacete e eu pude ver por seus olhares de admiração quando deixamos a nossa amiguinha ruiva apenas de calcinha. Calcinha essa minúscula, branca e com estrelinhas, nos revelando o quanto aquela xaninha também era discreta como a dona. E então escutei a Patrícia falar e sorrir, me informando que a Priscila estava usando a calcinha que ela deu de presente. Voltei a ficar desconfiado de que a Patrícia estivesse mesmo a fim da Priscila, ainda mais quando ela pediu para que a Priscila desse uma virada e vemos o quanto o bumbum dela é lindo.

Patrícia então puxou a Priscila para que ficasse ajoelhada na minha frente e a “convidou” para que as duas chupassem o meu pau. Evidentemente que eu não neguei aquilo, muito pelo contrário, as apoiei e ainda afundava a cabeça delas quando uma engolia a minha rola. Vi várias vezes as avançadas da Patrícia quando as duas dividiam nas lambidas em minha rola e quando fatalmente aconteceu das duas tocarem seus lábios, meio que me deixando na mão, para o meu alívio, Priscila se afastou.

Então decidimos ir para debaixo dos lençóis e Patrícia rapidamente apagou todas as velas. Nós três, pelados e agarradinhos na minha cama, as coisas começaram a sair do controle. Depois de um meia nove com a Patrícia, primeiramente, foi a vez da Priscila e mesmo ela sendo delicada ao me chupar, aumentava a minha excitação, pois chupar a xaninha dela, me deixava mais louco por ela. E novamente a Patrícia entrou na história, “ajudando” a Priscila ao chupar a minha pica e sei que novamente ela tentou beijá-la.

Sem sucesso com as investidas em cima de Priscila, que ficava mais perto de mim e evidentemente, mais longe da Patrícia, eis que ela tenta uma última cartada: a de duas pessoas chupar uma e mesmo começando comigo, durou pouco tempo, pois a Patrícia disse que a vez seria da Priscila.

Deitando-se de barriga para cima, da cintura para baixo eu passava a minha boca na ruivinha, revirando meus olhos ao lamber suas coxas, sua barriga e evidentemente sua xaninha “comportada”. Já Patrícia engolia os peitinhos da Priscila, com direito a estalos, incomodando a ruivinha. Mais uma vez a Patrícia tentou beijar a Priscila na boca e por fim, quando a ruivinha disse que não, acho que foi o fim.

Bom, o fim da Patrícia querer ficar com a Priscila, porque ela ficou de quatro na minha cama e mandou que eu a fodesse como um tarado e assim eu fiz. Tudo o que a Patrícia pedia eu fazia, tais como tapas na bunda, puxadas de cabelos e metidas violentas. Sem falar que ela xingava muito e não parava de falar putarias. Quando eu estava prestes a gozar, a avisei sobre isso e ela simplesmente disse para que eu gozasse na carinha dela, mas só quando ela gozasse primeiro, o que para mim não foi muito complicado. Ao mirar meu cacete que jorrava porra no rostinho de Patrícia, ela não parava de falar que era assim que gostava de homem e assim que mulher tinha que ser tratada.

Ao me deitar entre elas, Patrícia se incomodou e disse que tomaria um longo banho, falando que a gente teria a nossa privacidade como “namoradinhos”. Priscila me confidenciou que ficou surpresa com as tentativas da Patrícia e enquanto a gente conversava, eu levei a pequena mão dela para acariciar a minha rola e também a beijava e chupava novamente seus peitinhos. Colocando a camisinha, fui para cima da ruivinha e num papai-mamãe lento e prazeroso a gente se beijava na boca enquanto eu afundava dentro dela.

Transar com a Priscila realmente foi um sonho maravilhoso. Seus gemidos meigos em meus ouvidos, seu corpo quente e pequeno, sua xaninha apertada e seus peitinhos durinhos e saborosos me fez gozar gostoso dentro dela, sem falar no forte abraço que eu recebi ao fazê-la chegar ao prazer. Toda suada e sem desgrudar de mim, continuamos a nos beijar na boca.

Acho que a Patrícia deve ter assistido aquilo, tanto que quando me viu ainda metendo a minha rola dentro de Priscila, mesmo após o nosso longo gemido de prazer, disse em tom de revolta: “Vou-me embora para deixar os namoradinhos em paz!”

Ok. Eu tinha imaginado que passaria a noite com as minhas duas amigas, transaria muito com elas e realizaria outros desejos, mas ficar sozinho com a Priscila me fez ficar ainda mais louco por ela. A ruivinha ficou impressionada o quão rápido eu ficava de pau duro e excitado. Meu sonho de pegá-la de quatro e de fazê-la gozar com a minha boca foi realizado, mas o melhor foi de a gente decidir namorar. O chato foi aguentar os ciúmes e as provocação de Patrícia, que mesmo dizendo para mim que estava arrependida de transar comigo, por causa do namorado, fazia de tudo para passar ciúmes na Priscila e várias vezes me atentava, para que déssemos uma rapidinha sem a Priscila por perto. Neguei todas as vezes, mas não resisti quando ela me ofereceu seu cuzinho e sabendo que a Priscila voltaria em pouco tempo, peguei a Patrícia em cima da minha mesa, comi rapidamente seu cuzinho e gozei gostoso dentro dela.

O “plano” de Patrícia dera errado, eu comi seu cuzinho, Priscila chegou muito mais tarde e depois de uma briguinha, ainda levei a ruivinha para a minha casa, pois eu descobri que ela adora sexo, o que está me fazendo pensar em pedir a mão dela em casamento em menos tempo do que eu planejava.

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Comentários (2)

andersonmoro em 17/12/2020

Tem que foder as duas mesmo

gilalvesgomes em 13/01/2021

Bom experimentar, melhor aínda quando temos certeza daquilo que queremos. Enquanto isso viva as experiências…

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