Morando com a amante

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Eu e ela não temos nenhum parentesco e para explicar porque moramos juntos, é pelo fato de ela ser a cunhada do meu tio. A nossa diferença de idade é pouca. Eu tenho dezenove anos e ela vinte e seis. Nós somos tranquilos convivendo juntos, nos damos bem (apesar de não conversarmos muito) e de uns tempos para cá, quando terminei um relacionamento e fiquei na mão (literalmente), esta cunhada do meu tio, a Raquel, começou a chamar a minha atenção. Antes, enquanto eu ainda namorava, já a achava gostosa. Morena, olhos e cabelos pretos, um metro e sessenta e pouco bem distribuídos, coxas grossas, bumbum redondinho e não muito grande, braços finos, seios que chamam a atenção, cabelo liso chegando na cintura, boca carnuda e bonita de rosto. E após ficar solteiro, comecei a olhar para esta cunhada do meu tio com mais atenção e a “bater umas homenagens” para ela, até o dia em que percebi que Raquel estava me seduzindo e dando o maior “mole”, evidentemente, sendo discreta ao máximo diante de nossos parentes.

Na casa moram quatro pessoas. Eu, meu tio e sua mulher e claro, a Raquel. Ela não namora e um dia desses, em conversa particular, disse que está adorando estar solteira, apesar de ela assumir para a irmã que “estava subindo pelas paredes” e não aguentava mais usar o vibrador. Fiz questão que ela me visse escutando a sua conversa e por mais que ficasse vermelhinha de vergonha, vi um sorrisinho no canto de sua boca.

Eu sou o único que trabalha em home office, mas Raquel é a primeira a chegar do trabalho e logo depois que eu percebi que ela estava dando em cima de mim, não perdi tempo e fui partindo para cima dela, tanto figurativamente quanto concreto.

Em nossa primeira ficada, Raquel chegou bem mais cedo em casa, usando um vestido preto “tubinho” curto que mostrava bem suas coxas grossas e as curvas do seu corpão. Fiz questão que ela percebesse as minhas olhadas em suas pernas e pela primeira vez a gente se cumprimentou com um abraço e beijo. Dei um cheiro no pescoço dela e segurei sua cintura com força, surpreendendo-a de tal maneira que ficou de pernas bambas. Deslizei minha mão de sua cintura para dar uma bela de uma passada em sua bunda e Raquel não protestou, pelo contrário, deu uma reboladinha que me deixou doido. A gente estava na cozinha e após eu dar uma bela de uma encoxada nela com a minha rola dura e latejante, com ela dando umas lentas reboladas, não me segurei por muito tempo. Subi seu vestido, apreciei aquela bunda considerável na minha frente, puxei a calcinha preta para baixo e mandei que ela empinasse a bunda. Raquel me pediu para que eu desse uma “olhada” em sua boceta e quando eu comecei a lamber aquela delícia de xoxotinha, ela mandou que parasse, pois gozaria fácil. Estranhei, claro, aquilo. Contudo, fiquei surpreso quando eu comecei a penetrá-la. Realmente a Raquel gozava “fácil” e até mais rápido do que eu.

Dar uma “rapidinha” com Raquel, com direito a espalhar meu gozo por todo a sua bunda e ainda nos olharmos tranquilamente um para o outro deu margem para novas investidas, tanto minhas quanto delas.

Independentemente se estávamos sozinhos ou com gente em casa, rolava sexo. Uma noite, quando a Raquel estava usando uma blusa preta decotada e maquiada, sua irmã a questionou, perguntando se ela iria sair, pois estava bem charmosa e sexy. Raquel explicou que estava apenas “testando” uma maquiagem nos olhos e que arrumou o cabelo para que eu tirasse umas fotos para a rede social dela. Fomos para o quarto, Raquel fechou a porta virando a chave e enquanto meu tio e a irmã dela estavam arrumado a janta no andar de baixo, eu estava tirando meu pau duro para fora do meu pijama e passando no rostinho de Raquel, que estava sentada em sua cama, me olhando com sua carinha de safada e deixando que eu colocasse minha mão dentro de seu decote. Quando fiquei “pronto”, aquela deliciosa morena começou a chupar a minha rola bem devagar, como que saboreando a “entrada” do jantar. Já eu me maravilhava com aquela chupada, socando minha rola completamente excitado com aquela linda visão, tanto de uma boquinha me engolindo quanto eu acariciando aqueles peitos. O gozo, pareceu sair saboroso, tanto para quem estava provando no caso a Raquel, quanto para quem ejaculava, pois eu revirava meus olhos e sentia estar mais “leve”.

Eu e Raquel não precisamos de muito para nos pegar. E por mais que somos solteiros e desimpedidos, a gente está mantendo o nosso caso às escondidas. Primeiro que a gente não quer escutar “ladainhas” por parte alguém e também isso nos dá mais liberdade para os nossos “encontros”. Uma noite, eu e Raquel estávamos na sala, assistindo na tevê um seriado que acompanhamos juntos. Ela, de cabelo solto, shortinho minúsculo branco e usando uma blusinha de pijama transparente na cor verde e curta, nossos parentes não viram maldades, mesmo porque, a gente estava fingindo-se de comportados, pois a sacanagem estava por baixo da coberta que nos cobria. Raquel às vezes revirava os olhos enquanto minha mão estava por dentro de sua calcinha, com meu dedo do meio melecado em sua boceta molhadinha. Quando não tinha ninguém por perto, ela me batia uma bela de uma punheta. Perto da meia-noite, quando o povo foi dormir, não nos aguentamos. Raquel veio para cima de mim e enquanto eu afastava as finas alcinhas de sua blusa ara ver seus peitos, ela pegava meu pau e o direcionava para a abertura que seu shortinho dava. Sentando com uma cavalgada ansiosa, eu apertava as nádegas dela, puxando para perto do meu corpo enquanto ela rebolava. Não tinha como não gozar com aquela rapidinha gostosa e perigosa, pois tínhamos certeza de que ninguém ainda estava dormindo.

Um dia, quando eu, Raquel e sua irmã fomos para o mercado, várias vezes a gente trocava carícias e carinhos e eu, muito excitado em ver aquela morena usando uma blusinha decotada com zíper, mal esperei a irmã de Raquel nos deixar na garagem do mercado para comprar um produto que tinha esquecido e lá fui eu, abaixando o zíper, pegando nos peitos de Raquel e apertando seus bicos, deixando-a louquinha também, pois lambi todo o pescoço dela e a masturbei com minha mão entre suas pernas, por cima da calça legging. Chegando em casa, louco para abaixar todo o zíper, puxei aquela morena para dentro do banheiro e me deliciei chupando aqueles peitos gostosos, branquinhos e saborosos. Para me “agradecer”, mais tarde eu recebi um maravilhoso boquete debaixo do chuveiro, enquanto tomava banho.

Às vezes, quando a Raquel chega depois que sua irmã e meu tio, a gente os espera irem para o outro cômodo para ou tomarem banho ou trocarem de roupa, e nos agarramos em uma “aventura” perigosa. Certa vez, ela me mandou uma mensagem dizendo que estava sem calcinha e sem sutiã, prontinha para uma rapidinha. Raquel estava usando um vestido azul bem coladinho, sem decote, mas que era fácil para o sexo. Aquela morena safada chegou, me viu na cozinha, sentou-se em cima da mesa de madeira e abrindo suas pernas enquanto o povo estava no quarto, olhava para aquelas coxas nuas e apetitosa, sem esquecer de seus peitos aparecendo por baixo do tecido e como um animal faminto, eu a penetrei com voracidade, como se tivéssemos apenas poucos minutos de “paz”. Raquel sussurrava para que eu metesse toda a minha rola dentro dela com força e eu, sorrindo e suado, metia com gosto, de olho no corredor e às vezes naqueles peitos sacolejando dentro do vestido e também a carinha de safada que ela fazia. Quase jorrando meu gozo, tivemos que nos desgrudar, afinal os passos estavam quase se aproximando de onde estávamos. Senti minha porra inundar a camisinha, enquanto que Raquel, de pernas bambas e moles, permaneceu no mesmo lugar, arrumando seu vestido e levando um “sapo” da irmã, por estar em cima da mesa daquele jeito vulgar. O cheiro de sexo se misturava com a janta que estava sendo preparada, mas eu sentia o perfume da xaninha de Raquel naquela cozinha.

Quando Raquel disse que tinha a fantasia de transar na rua, evidentemente que eu me disponibilizei para realizar. A gente tinha falado para o povo de casa que andaríamos no shopping e mais uma vez a irmã dela desconfiou de que a irmã estava muito produzida para “simplesmente bater perna”, afinal, estava usando um vestido lindíssimo azul, salto alto, maquiada e de cabelos brilhantes e sedosos, sem falar no perfume. Já dentro do carro, com ela dirigindo eu passava a mão naquelas coxas, colocando minha mão por entre as pernas de Raquel, sentindo a calcinha dela ficar úmida e quente. Raquel me levou para um beco sem saída, escuro, abandonado e sujo. Desligou o carro, disse que mais ao fundo a gente poderia ficar mais “à vontade” e ela me pediu para que eu fosse um “bruto” com ela, que eu a abordasse por trás e a “forçasse” a transar. Eram nove e pouco da noite, em volta do beco duas casas estavam sendo construídas e por perto, só mato. Raquel desfilava na minha frente, sem olhar para mim, de salto alto e com sua bunda bem em destaque. Chegando perto do fim do beco, eu me aproximei dela e passei a mão em sua bunda com gosto. Raquel, entrando na “cena” disse um “Que isso? Quem é você?”. Eu a peguei pelo braço, encostei a chave do carro na cintura dela, fingindo que era uma arma e mandei que ficasse caladinha e fizesse o que eu mandar. Precisava fotografar o sorriso que ela deu para mim. Parecia feliz com aquela estranha fantasia. A levei para a parte mais escura, onde havia um muro com um telhadinho velho e que ficamos praticamente “invisíveis” ali. Encostei a Raquel naquele muro, a encoxei gostosamente com a minha rola dura em sua bunda e sussurrei em seu ouvido: “Fica caladinha, caso contrário eu te machuco, sua vagabunda!” Nossa! Ela empinou sua “raba” para mim e começou a gemer. A puxei pelo cabelo, subi seu vestido até a cintura e puxei a calcinha, rasgando-a com facilidade. Dei-lhe um tapa com gosto na bunda, provocando até eco. Raquel sussurrava pedindo mais e eu não parei de bater nem quanto eu comecei a penetrar em seu cuzinho apertadinho. Tive que tapar a boca dela para que não gemesse tão alto, apertando seus peitos por cima do tecido, arfando na orelha dela e falando putarias. Raquel estava enlouquecida com aquela minha atitude, assim como eu, enrabando-a. Gozamos juntos, coladinho um no outro e mesmo sentindo meu pau inundar aquele buraquinho apertado, meti até meu membro amolecer. Por pouco não fomos ao chão, no meio da lama, exaustos e satisfeitos. Tivemos que ir para o shopping para que Raquel e eu comprássemos calçados novos, já que meu tênis ficou puro barro e os pés de Raquel enlameados. Depois daquela noite, eu me viciei no cuzinho de Raquel.

Uma noite, Raquel chegou com uma saia bem coladinha marrom que parecia couro e que evidenciava bem a sua bunda. Como estávamos sozinhos em casa, não me aguentei. A peguei pelo braço, a levei para a mesa da sala de jantar, abri violentamente sua camisa branca de botões, destruí seu sutiã para chupar seus peitos suculentos, enquanto abaixava minha calça e cueca. Após ficar de pau duro com ela o acariciando, virei Raquel de costas e ordenei que empinasse a bunda. Levantei a saia dela com brutalidade, cuspi em seu cuzinho, molhei a cabeça da minha rola e a pegando pela cintura, meti meu pau com rapidez e força naquele cuzinho, que parecia me engolir. Nós dois começamos a gritar por causa daquela foda. Revirava meus olhos, dava socadas com toda a minha energia e me concentrava para não gozar rápido, pois aquela foda estava surreal de tão prazerosa. Fiz Raquel babar em cima da mesa enquanto gozávamos, mais uma vez, juntos. Eu só saí de dentro daquele cuzinho porque escutamos o portão da garagem abrir e tivemos que cada um ir para um lado. Mais tarde, alguns vizinhos ligaram lá pra casa, perguntando se estava tudo bem, pois tinham escutado gritos e sons estranhos. Eu e Raquel demos a desculpa de ser tudo culpa do filme que assistimos e infelizmente, despertamos mais do que suspeitas.

No meu aniversário, Raquel usou um vestido vermelho bem sexy, curtinho e decotado. Assim que eu a vi, com todo mundo dentro de casa, ou seja, quase toda a minha família, não me aguentei. A peguei pelo braço e puxei para dentro do meu quarto, trancando a porta e mandando que ela ficasse de quatro em cima da minha cama. Com a galera no andar de baixo curtindo a festa, eu afastava a minúscula calcinha vermelha sem nem precisar puxar o vestido, que se encurtara assim que vi aquela bunda na minha frente, se revelando por baixo do vestido, naquela maravilhosa posição. Quem não gosta de ver uma mulher de quatro na sua frente? A boceta parecia ainda mais suculenta e perfumada. Meti minha rola com vontade naquela xaninha melada e apertadinha, sorrindo de orelha a orelha por perceber que estava tendo um prazer surreal. Depois eu soube que Raquel tinha passado um gel para ficar mais gostoso a penetração. Eu gozava dentro dela, puxando-a pelos cabelos e revirando meus olhos, escutando os gemidos de Raquel, que olhava para mim com sua carinha de sapeca. Nos arrumamos entre olhares sacanas entre amantes e fomos para a festa. Eu fui antes e ela depois, como desfilando aquele corpo para quase todos os parentes sentirem desejo por ela. Mais tarde, após o jantar e antes dos “parabéns”, por baixo da mesa de jantar ela me bolinou e deu a desculpa para que fôssemos em seu carro pegar o meu presente. Dentro da garagem, com as luzes apagadas, ela sentou-se no banco do passageiro e eu recebi um boquete maravilhoso, com direito a gozar tudinho dentro daquela boca. Voltei com o sorriso largo, sem nem abrir o meu presente, que realmente ganhei.

E como moramos juntos, é claro que houve momentos de Raquel entrar no meu quarto, de madrugada, a fim de sexo, pois estava com insônia. Quantas vezes eu acordei com ela chupando a minha rola? Uma vez, acho eu que já estava de pau duro, acordei com Raquel em cima de mim, usando um pijama rosa, com seus peitos de fora, balançando diante do meu abajur aceso e a cama rangendo. Juro que pensei que fosse um sonho, mas ao passar as mãos naquelas coxas, na cintura, apertar os peitos e dar uma bela de uma bofetada na carinha daquela safada, quase que acordamos toda a casa. Até os cachorros do quintal escutaram aquela putaria.

Agora, quando Raquel malhava em casa, eu não conseguia ficar muito na minha. Com ela usando calças legging, que deixava sua bunda bem desenhada e empinada, sem falar nos tops curtos e bem decotados, era eu quem queria realizar minha fantasia. Uma tarde, quando ela chegou cedo em casa, foi direto para o quarto colocar a roupa de academia. Calça legging preta bem enfiada e um top rosa decotado. De cabelo solto até depois da cintura, eu simplesmente tirei toda a minha roupa e fui pegá-la por trás. Raquel estava em frente ao espelho da sala, se vendo fazendo os exercícios e sorrindo ao me ver pelado. Mandei que ela continuasse a levantar malhar. Passei minhas mãos por todo o corpo dela, das batatas até as coxas, alisei o bumbum e a masturbei com meus dedos em sua boceta, por cima do tecido legging. Raquel gemia de olhos fechados, mas não parava de malhar. Passei minha língua em seu pescoço suado, com minhas mãos por dentro do seu decote, sentindo seus peitos molhados de suor, enquanto a encoxava deliciosamente. Minha rola roçava por entre as pernas dela, enquanto eu me tremia todo, excitado. Puxei uma pequena parte do tecido para baixo, peguei uma tesoura e rasguei bem na parte onde fica localizada a boceta. Ela queria parar e eu mandei que ela continuasse a levantar os pesinhos de um quilo e meio. Afastei a minúscula calcinha para o lado e continuei a roçar meu pau, até que finalmente a penetrei. Raquel quase foi ao chão com suas pernas bambas, mas eu a controlava. Olhava para a bunda dela lindíssima com aquela calça, sentindo a mistura de suor com perfume daquela deliciosa morena. Seus cabelos molhados colaram em meu corpo e uma mão minha estava na cintura e outra nos peitos, enquanto metia sem parar. O gozo veio gostoso e se espalhou por dentro da calça legging e claro, por aquela xaninha apetitosa. Tive que segurar a Raquel para não se machucar feio, pois ela realmente desabou ao chão, se contorcendo com aquela foda maravilhosa que tivemos. Aquilo sim foi uma malhação!

Houve um dia que Raquel estava à espera de sua irmã na garagem lá decasa, para irem não sei aonde e já estava a fim de agarrá-la, afinal, ela estava usando uma blusinha bem decotada preta e de renda que eu lhe dei de presente. A mulher do meu tio me pediu para avisar a Raquel que ela se demoraria na ligação e lá fui eu na garagem, com segundas intenções. Raquel estava no banco do passageiro e pedi que abaixasse o vidro. Ela perguntou se eu queria que ela abrisse a porta do carro e eu neguei, falando: “Vamos tentar desse jeito hoje”. Raquel usava uma minissaia branca e eu comecei a acariciar os peitos dela, olhando tanto para a porta que dava para a parte de dentro da casa quanto pela janela do carro. Raquel então colocou sua mão para fora do carro e colocou dentro da minha calça moletom, me masturbando. Não demorou muito para que meu pau ficasse “no ponto”. Peguei a Raquel pela nuca e falei: “Vem aqui chupar meu pau.”. Socava minha rola bem devagar, sentindo a Raquel saborear a minha pica. Empurrava a nuca dela contra o meu cacete, acariciando seus peitos e não tirando os olhos da porta em frente, pronto para qualquer aparição. O boquete foi demorado, mas enchi a boquinha de Raquel, tanto que deixou escapar porra em cima dos peitos e no exato momento em que eu estava limpando, a irmã dela aparece. Sei que ela me viu com as mãos no peito de sua irmã, mas o jeito era fingir que estava pegando nos detalhes da blusa. Mais tarde a Raquel me disse que sua irmã estava perguntando se eu estava a “bolinando”. Ah se a irmã da Raquel soubesse…

Outra vez, Raquel mal tinha estacionado o seu carro na garagem e eu fui logo a tirando de dentro. Ela estava usando uma saia preta longa de couro que a deixava absurdamente sensual e gostosa. Nem quis saber de abrir sua camisa azul de botões, pois a peguei e a levei até o capô de seu carro, passando a mão na bunda dela com vontade, elogiando tanto aquela “raba” quanto a dona. Soltei os cabelos dela, vendo aquele volume de bunda e cintura fina, abaixando a minha calça e com dificuldade, subindo aquela saia justa apenas para penetrá-la. Não dando para subir tudo, abaixei a calcinha e como a Raquel usava o salto alto, empinou a bunda colocando metade de seu corpo em cima do capô. Que visão! Eu a penetrei com aquela vontade de gozar rápido e gostoso. Tirei meu pau de dentro dela só para jorrar porra naquela saia, que ficou lindamente lambrecada com a minha goza e sem esquecer a Raquel, que jorrava em gozo também, vendo suas pernas tremerem.

Fiquei triste um dia quando a irmã dela convidou um cara que disse estar a fim de Raquel. Juro que pensei que ela não levaria aquela história para frente, mas depois ela me explicou que tanto o meu tio quanto sua irmã estavam desconfiados da gente e por isso ela aceitou os encontros. E é claro que eu fiquei com ciúmes e tudo mais, mas tentei não transparecer o que sentia, afinal, quando a Raquel chegava dos encontros lá com “o sem graça”, logo a gente estava num cantinho da casa, transando e gozando gostoso juntos. A gente vai levando esse nosso caso, até o dia em que a gente se “cansar” um do outro. Mas, pelo jeito, a gente vai continuar sendo amantes.

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Comentários (1)

gilalvesgomes em 13/01/2021

Uma relação clandestina sempre nos dá um certo frizzon e estímulo pelo proibido…

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