Dou para meu Pai e para meu Irmão

Hoje tenho 26 anos, casada e com dois filhos. Vivo maravilhosamente com meu marido (16 anos mais velho), mas só que continuo tendo um relacionamento extraconjugal com meu irmão, que é dois anos mais novo, que assim como meu pai, tem uma piroca enorme e deliciosa (tal pai tal filho). Mas vou explicar como tudo começou. Eu morava em um sítio onde meu pai criava galinhas em um enorme viveiro… era nosso sustento. Minha mãe e meu irmão Pablo ajudavam meu pai, e eu ajudava mais minha mãe na cozinha quando chegava do colégio. Meu pai dizia que eu tinha que estudar pra conseguir um dia me formar e ser alguém na vida fora daquele ambiente no meio do mato. Realmente eu era muito estudiosa, mas quando cheguei a certa idade e tendo amizade com dois irmãos que moravam em um sítio vizinho, fui aprendendo com eles os prazeres do sexo. Normalmente aos domingos, quando meu pai e meu irmão iam para a cidade tratar das vendas dos frangos e eu não tinha aula, dava um jeito de ir escondida até uma casa antiga de colonos onde só existiam as paredes, para ficar com os dois irmãos por pelo menos meia hora na maior putaria: dando a buceta, a bunda e mamando nos dois. Vendo meu pai preparando a caminhonete e notando que chegava a hora deles irem pra cidade, dei a volta por trás da casa e fui direto pros fundos onde já sabia que os dois irmãos estariam me esperando. Sem perder tempo fui ficando peladinha pra começar logo a sacanagem que eu tanto gostava. Estava de joelhos sobre uma pilha de madeiras velhas, com um dos irmãos mandando ver (com camisinha) na minha buceta, enquanto o outro esperava a vez. De repente escutei:
– Deu merda meu irmão, vamos dar o fora!…
Só senti tirando da minha buceta para os dois saírem em disparada levando suas roupas na mão. Sem entender, quase tive um colapso quando olhei pra onde deveria ter uma janela, o rosto do meu pai. Fui na direção de onde tinha deixado meu vestido, mas meu pai chegou antes e pegando minhas vestes, inclusive a calcinha, disse:
– Que porra é essa Natália?
– Pai? Meu Deus do Céu pai; deixa eu me vestir.
– Não! Primeiro você vai me explicar o que estava fazendo com aqueles dois moleques.
Eu com a mão na frente da minha xoxota e com o outro braço tentando cobrir meus peitos e sem saber o que falar naquela situação.
– Ele estava usando camisinha pai!…
– Ah é? Mas eu vi que o outro estava sem camisinha.
– Mas… Mas… É que… que… Ele ia só atrás.
– Hein? Você também anda dando a bunda, é?
Acho que ninguém pode imaginar todo pavor que eu estava sentindo. Naquele momento tinha vontade que meu coração parasse de bater de uma vez.
– Tira a mão da frente, deixa ver como você está.
Toda trêmula obedeci e meu pai me olhando de cima em baixo.
– Caralho Natália, você já está uma mulher feita, quer estragar sua vida, é?
– Não, pai!…
– Mas o que você anda fazendo é coisa de mulher puta!…
– Me perdoa pai, prometo que não vou fazer mais!
– Tá bom, mas primeiro vou te dar uma lição para você nunca mais esquecer.
Quando ele me mandou voltar e ficar na posição de quatro, como eu estava com um deles me comendo fui ficando apreensiva. Mas obedeci ficando com minha bunda virada pro meu pai. Ele estava passando a mão nas minhas grandes e volumosas nádegas.
– Que bundão filha!
Então senti passando o dedo e depois enfiando na minha buceta.
– Não pai, não faça isso!…
Ele socou o dedo lá no fundo. Só o dedo dele podia ser comparado com o pintinho dos dois irmãos em tamanho.
– Por que não? Não vou ficar criando filha pra ficar dando pra vagabundos.
Me atrevi a olhar pra trás e fui ficando mais apavorada ainda quando vi ele abrindo a calça e puxando algo assustador… Um enorme pinto duro que provavelmente passava dos 22 cm. Tentei me levantar e ele me deu um tapa na bunda.
– Fica aí!…
Pensei comigo; – “Seja o que Deus quiser”.

Quando comecei a sentir meu pai enfiando aquela coisa enorme alargando minha bucetinha.
– Não pai! Não! Aaaaiiii! Aaaaiiii!
Ele ficou parado com quase tudo enfiado na minha buceta, passando a alisar minhas nádegas.
– Sabe que faz um tempão que eu e sua mãe não damos uma trepada?
Logo pensei na figura da minha mãe que tinha um corpo bem franzino, de como ela podia aguentar uma piroca daquele tamanho. Eu ao contrário da minha mãe tinha um corpão bem desenvolvido pra minha idade. Quando ele começou a bombar controlando o ritmo, fui aos poucos começando a gostar.
– Aaaai! Aaai! Cuidado pai, não goza em mim!…
– Goza primeiro você, goza!…
Depois de uns sete minutos com ele metendo firme na minha bucetinha:
– Acho que está vindo pai, aaaahhhhh! Aaaaaaahhhhh!
Ele aumentou o ritmo das socadas.
– Vai filha! Vai! Vaaaiiiiii, goza!!!!
E aos gritos fui gozando gostoso, antes de ele tirar aquele cacete da minha buceta e gozar muito no chão.
Ele me entregou o vestido e a calcinha e disse:
– Ninguém precisa ficar sabendo disso, tá bom?
– Tá bom pai, pode deixar!…
Lógico que depois daquele dia parei de ir atrás dos dois irmãos e passei a me comportar como uma moça de família. Mais de dois meses depois, confesso que tinha vontade de que meu pai me comesse novamente… Mas ele parecia ter esquecido daquele dia. Lembro que foi um feriado, estava com um vestido fino bem leve, quando fui até o aviário onde estava meu pai e meu irmão. Logo dei de cara com meu pai que me perguntou o que estava fazendo lá.
– Vim ver se precisam de alguma ajuda!
Notei o olhar do meu pai em todo meu corpo. Ele se aproximou e falou baixo.
– Vai e me espera lá no início do milharal.
Fui saindo e ainda escutei meu pai falando alto pro meu irmão.
– Vai terminando aí Pablo, que já volto!…
Imaginando algo fui na direção do milharal tendo o cuidado pra não ser vista pela minha mãe lá de casa. Não demorou nem dois minutos pro meu pai aparecer e me fazer entrar uns quatro metros pra dentro do milharal onde tinha um paredão de terra batida.
– Tira a calcinha, rápido!…

Tirei e ele me fazendo ficar apoiada no morro mandou eu abrir as pernas. Abri e ele sem querer perder tempo enterrou aquele pauzão na minha buceta até o talo.
– Aiiiii pai! Aaaaiiiii! Devagar!!!!
Ele começando a socar.
– Ooooh caralho de buceta gostosa!…
Eu gemia e ele segurando meu vestido sobre minhas costas.
– Você gosta de dar pra mim, gosta?
– Gosto pai! Gosto sim! Aaahhhhh! Aaaaaaahhh!…
– Agora você só vai trepar comigo, tá bom?
– Huuummmm! Huuuuummmm! Tá pai! Tá!…
Adorei tanto ser fodida novamente pelo meu pai, que cheguei a ter três orgasmos antes dele tirar e gozar ali no meio do mato. Normalmente de 14 em 14 dias, aos domingos, ele ia com minha mãe fazer compras na feira e no supermercado para abastecer a dispensa da casa. No domingo seguinte, ele chamou meu irmão e falou pra ele ir à cidade com minha mãe fazer as compras que ele ia querer descansar daquele dia. Mesmo antes de eles saírem na caminhonete, meu pai discretamente me disse pra esperá-lo no meu quarto. Vinte minutos depois meu pai entrou no meu quarto, trancou a porta e foi me mandando ficar pelada enquanto ele também ia se despindo. Meu pai peladão com um imenso pau duro deitando do meu lado e indo logo chupar meus peitos e passar a mão na minha buceta.
– Hoje você vai ser minha mulher na cama.
Ele mamou nos meus peitos, beijou minha boca sem nenhuma cerimônia e ainda me fez ficar de bruços pra ficar examinando minha bunda, olhando até o meu cuzinho.
– Qualquer dia vou querer o seu cuzinho, tá bom?
– Tá bom pai!…
Fiquei mais ou menos uma hora deitada com meu pai que além de socar gostoso na minha buceta, ainda me fez cavalgar naquele imenso cacete.
– Huuummmm pai! Huuuummmmm!
– Vai safadinha do papai, vai! Soca essa buceta no meu pau!
E eu consegui ficar movimentando minha bunda pra cima e pra baixo fazendo minha bucetinha ficar deslizando naquela tora deliciosa… Gozei e rapidamente quando saí de cima, fiquei olhando a piroca do meu pai ir soltando toda aquela porra que deslizava e ia acumulando nos pentelhos. E mais de quinze dias depois, quando meu irmão novamente foi pra cidade com minha mãe, eu e meu pai pelados no meu quarto, ele quis e eu deixei meter na minha bunda… Urrei feito uma cadela, mas no final adorei sentir aquela piroca no meu rabo. Tinha vontade de que meu pai me fodesse mais vezes, mas era difícil ficarmos sozinhos… Mesmo assim ele de vez em quando dava um jeito de me comer no meio do mato.

Meu pai e minha mãe tinham ido pra cidade, e eu na cozinha adiantando pra minha mãe o almoço, quando revolvi dar um pulo no viveiro. Me aproximava quando ouvi nossa cabra Joseli berrar mais do que o normal. Dei a volta por trás e de repente me deparei com meu irmão grudado no traseiro da cabra movimentando o quadril pra trás e pra frente… Nitidamente ele estava comendo a Joseli. Quando ele percebeu minha presença eu já estava a menos de quatro metros. Pablo me olhando assustado tirou a pica da xana da cabra… Foi quando notei que meu irmão tinha um cacete também um pouco alongado, como nosso pai.
– Nat???…
Eu sem conseguir tirar os olhos daquele pinto.
– Caramba Pablo, transando com a cabra?…
Pablo sem guardar a piroca foi até um pequeno tanque e começou a lavá-la sem se importar com a minha presença.
– Você não pode contar isso pra mãe e nem pro pai, tá bom?
Eu que já fazia praticamente um mês que meu pai não dava uma sapecada na minha xana, senti minha buceta se contrair… Fiquei do lado do tanque.
Ali mesmo encostada no tanque fiz meu irmão meter na minha buceta.
– Só não goza dentro, tá bom?
Pra minha sorte meu irmão também era bom de pica e me fodeu por quase quinze minutos antes de tirar e gozar fora… Tive o meu primeiro orgasmo com meu irmão.
Passei a ter meu pai e meu irmão me fodendo mais constantemente. Inclusive, uma coisa que eu não fazia com meu pai, fazia com meu irmão de vez em quando… dar uma gostosa mamada na piroca. Dois anos se passaram e um cliente do meu pai, viúvo e bem de situação, insistiu e acabou pedindo ao meu pai minha mão em casamento. Não que ele fosse meu príncipe encantado, mas, analisando a minha situação acabei aceitando por saber que eu teria uma vida bem melhor morando na cidade onde ele tinha uma firma de distribuição dos frangos que ele comprava do meu pai e de outros avicultores. Depois que me casei, devo ter feito sexo com meu pai apenas umas três ou quatro vezes, mas com meu irmão que sempre que vem na cidade, transo uma vez por mês, enquanto meu marido está trabalhando.

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