Não era pra você estar aqui

Ouça este conto erótico narrado:

Disponível apenas para assinantes! Assine Já

Quando encontrei a filha do meu chefe na rua, já passava das duas da madrugada. Eu tinha escutado do meu patrão, que ela não poderia ir pular o Carnaval, porque a religião dela não aceitava esse tipo de festa. Loira, gaúcha, vinte e dois aninhos, corpo escultural de horas em academia, seios turbinados, cabelos lisos até o meio das costas e uma franjinha que a deixava com cara angelical, usava como fantasia uma roupa de bailarina, com saia e meias na cor preta e apenas um biquíni que tentava segurar seus peitos de silicones, novinhos em folha por sinal.

Carolina Aguiar, filha do meu chefe, Doutor Aguiar, no qual eu sou o seu motorista, ficou em choque quando nos encontramos. Eu ia dizer para que ela ficasse calma e a tranquilizaria, prometendo que eu não contaria nada ao pai dela, mesmo porque, eu também estava ali para “pecar” e meu chefe não aceitaria isso de bom grado. Porém, quando a Carolina veio para perto de mim, dizendo que me subornaria para que eu ficasse de “bico fechado”, eis que eu até pensei que ela me pagaria com dinheiro, já que é de família riquíssima, mas não. Carolina me pegou pela mão e atravessamos a rua, lotada de gente e de trio elétricos, me levando para um beco escuro, não muito longe dali.

Eu estava “fantasiado” de paletó, gravata e calça linho, um terno velho que tinha e um distintivo. Algumas pessoas já me falaram que eu lembro o ator que fez o detetive do FBI no seriado Arquivo X e usei essa “semelhança” para me divertir. Era ótimo tirar meu distintivo falso e falar: “Agente Mulder, Fox Mulder” e algumas pessoas entenderem e rirem da minha imitação. Contudo, eu acho que a senhorita Carolina achou que eu estivesse atrás dela, seguindo-a por conta de seu pai e me levando para um lugar ermo, comecei a ficar excitado. Minha última tentativa de fazê-la me entender não dera muito resultado e então, quando eu falo pela última vez seu nome, ela diz para mim:

“Me chame de puta!”

Puxando o nó de seu biquíni, ela o retira e à luz do luar, me mostra seus belos peitos que tão logo eu começo a pegá-los. Eu sempre imaginei ficar com a filha do meu chefe, mas ela nunca me deu bola, por mais que ficássemos sozinhos em casa ou passando horas dentro de um carro blindado. Tirando sua saia de bailarina, assim como as suas meias, fica apenas de calcinha na minha frente e pergunta, entrando no clima: “Completinho?” Eu só consigo dizer um “sim” com a cabeça, enquanto ela se ajoelha na minha frente, abaixa o zíper da minha calça e tira meu pau de dentro da cueca, que pulsava forte em suas mãos de “princesa”. Para ser sincero, eu não só queria transar com a filha do meu chefe, como queria namorá-la. Ela é tão linda de rosto, se veste tão bem e ela quase nunca sai de casa, que eu achava que a senhorita Carolina fosse mesma tão ingênua como os pais espalham por aí. Mas, ao passar a língua em volta da cabeça da minha rola e a lamber bem devagar, como se sua língua fosse de veludo, começo a desconfiar de que ela enganou todo mundo. Sem tirar seus olhos dos meus, com seus lábios brilhando por causa do brilho que passou um pouco antes de chupar o meu pau, Carolina sabia que estava me dando prazer com apenas sua língua. E quando começou a chupar de fato, é que eu senti meu corpo levitar, como se tivesse sendo abduzido. Carolina chupava minha rola apertando seus lábios, fazendo pressão e mamando bem devagar, quase como se fosse uma câmera lenta. Eu passava a minha mão delicadamente em seu cabelo, adorando a carinha que ela estava fazendo, porém, meu celular começou a vibrar e para a minha “sorte”, era o pai dela quem estava me ligando e foi ela própria quem pegou meu celular, deixando-o cair de tanto medo que ficou.

A senhorita Carolina então se levantou, tirou a calcinha e deu uma voltinha, perguntando para mim:

“Qual posição que você quer comer sua putinha?”

Na realidade, eu queria levá-la para um motel e passar a noite fodendo com ela, usando todas as minhas fantasias acumuladas, mas quando ela recebeu a ligação de seu pai, me avisou:

“Temos que voltar! Disse para o meu pai que eu iria ao cinema.”

Olhei para ela e na maior cara de pau, falei:

“Quero que você fique de quatro. Sua puta!”

Carolina então sorriu e foi para o chão, que eu logo vi que era uma rala areia branca, dessas de construção. Empinando sua bunda em forma de coração, eu me ajoelhei atrás dela e não resisti, sussurrando:

“Eu tenho que provar essa boceta!”

Então, sem receio eu me deitei naquela areia, sem saber o que estava à nossa volta e abri as pernas da senhorita Carolina, até que sua vagina chegasse à minha boca. Infelizmente eu não conseguia enxergá-la, porém, adorei dar uma bela lambida em seu clitóris avantajado e sua boceta de gosto forte. Voltando à posição de quatro, a penetrei com delicadeza, mas não tinha como ficar no “Love” com aquela bunda linda em minha frente e uma xaninha quente. Em segundos eu metia para valer, sussurrando todos os sinônimos da palavra “puta”. Gemia baixinho, segurando com força a cintura da filha do meu chefe e fazendo o que eu sabia que não teria outra oportunidade, como dar tapas naquela delicada bunda, puxar os cabelos daquela loira e até enfiar uns dedos no cuzinho dela, sem falar nos xingamentos e na finalização, ou seja, pegá-la pelos cabelos, fazê-la ficar de joelhos e gozar sem mira em cima daquela “princesa”. Aliviei-me de tal forma, que poderia cair na cama e dormir por uns dois dias, mas precisava cumprir com os meus compromissos.

Senhorita Carolina então teve uma ideia. Combinamos de que ela me chamou para trocar um pneu furado de seu carro, por isso, a demora em chegarmos à sua casa. O difícil foi explicar porque a gente entrou na casa com areia branca, mas acho que o “FBI” deve arquivar a investigação.

Outros contos...

Comentários (0)

Somente assinantes podem deixar comentários!

Assine ou faça login para poder comentar.
21
Atrações
109
HQs
133
Atrizes
462
Vídeos
4446
Fotos
...