Minha secretária “comportada” (Segunda Parte)

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Não tinha como não pensar em minha secretária, muito menos depois de receber um boquete como aquele. Tentei por vezes me concentrar no meu trabalho, mas com a Luana entrando em minha sala com seu jeitinho sedutor, seu andar e rebolado provocante, passando sua língua em seus lábios carnudos e me olhando com maldade, em pouco tempo voltei a ficar excitado e evidentemente, de pau duro.

Perto do almoço, Luana entra em minha sala e mesmo sabendo que ela poderia usar o telefone, eis que ela me pergunta:

—Chefinho, o que o senhor gostaria de comer agora?

Em todas as outras vezes, minha secretária nunca me fez uma pergunta que tivesse “duplo sentido”. Sabendo que eu sempre peço os meus almoços por telefone e como em cima de minha própria mesa, resolvi aproveitar aquele “sinal” e após olhar para ela com a minha cara de safado, respondi:

—Você!

Luana dera uma risada gostosa de escutar e que, mais uma vez, nunca tinha me dado antes e após entrar em minha sala, escutei ela virar a chave. Caminhando como uma modelo na passarela, vindo em minha direção, minha secretária afastou a minha cadeira e mais uma vez sentou-se em cima da mesa, de frente para mim, colocando seus pés em cima dos encostos de minha cadeira, pude ver sua xaninha a poucos centímetros do meu rosto.

—Como eu conheço o senhor, sei que prefere primeiro saborear para depois comer. – disse minha secretária, de um jeito bem safado.

Passei minhas mãos por aquelas lindas e firmes pernas, sentindo aquela pele macia e cheirosa entre o meu corpo, me aproximando com a minha cadeira àquela cheirosa xaninha. Afroixei um pouco a minha gravata, enquanto Luana me ajudava a tirar o meu paletó. Cheguei mais perto e puxei a minha secretária pela cintura, para que ela deitasse em minha mesa e abrisse ainda mais suas pernas. Lambi lentamente aquela boceta de Luana, experimentando o clitóris avantajado dela.

Minha secretária começou a gemer baixinho, levantando sua cintura para que eu penetrasse minha língua dentro dela e assim que eu o fiz, ela começou a se descontrolar, me “abraçando” com suas pernas e colando a minha cara em sua vagina. Subi as minhas mãos para abaixar o zíper daquele decote e comecei a acariciar novamente aqueles peitos grandes e durinhos. Em pouco tempo eu já estava proporcionando um louco prazer em minha secretária, que me fazia elogios no sexo oral, principalmente contando confidências:

—Meu noivo não curte me chupar. Vê se isso pode? Eu chupo até levar porra na cara e ele sequer lambe minha xoxotinha.

Eu revirava meus olhos do tanto que estava saboreando aquela xaninha, passando a língua no clitóris e me surpreendendo com os outros lábios daquela boceta.

—Se depender de mim, te chupo todos os dias, delícia. – falei para a minha secretária, abocanhando aquela “flor” e apertando os bicos dela com meus dedos.

Após mais um tempo usando a minha língua e boca, eu me afastei e me levantei. De todas as formas que eu já pensei em foder com a minha secretária, o que eu mais desejava mesmo era que ela ficasse de costas para mim e assim que ela entendeu como eu queria comê-la, Luana empinou sua bunda e sentiu quando eu comecei a roçar meu pau duro em sua boceta.

Enquanto roçava meu pênis naquela xaninha, abri a primeira gaveta e tirei um produto que tinha comprado num sex shop que retarda a ejaculação, pois eu queria muito aproveitar aquela gostosa, realizando um pouco dos meus sonhos eróticos.

Não subi totalmente o vestido da minha secretária pois ela estava muito provocante. Quando eu comecei a penetrá-la, escutei os gemidos dela e a visão me fez perder o controle. Agarrei a minha secretária pela cintura com firmeza e comecei a socar violentamente a minha rola dura dentro dela. A primeira socada foi funda e com força, fazendo Luana deixar escapar um grito e mesmo colocando a mão na frente para abafar seus grunhidos, eu metia sem dó dentro dela, metendo tudo.

Sentir aquela boceta fervendo e que parecia “massagear” meu pau enquanto eu estava dentro dela só aumentava o meu prazer com aquela foda e também fiz algumas confissões para a minha secretária:

—Quase todos os dias eu me masturbava pensando em você!

E eis que ela me deixou esperançoso:

—Se quiser, o senhor pode me ter todos os dias!

Parei de comê-la por trás e por mais que eu tivesse vontade de comer outro “buraquinho” dela, desejava e muito chupar aqueles peitos e assim o fiz, como se a minha vida dependesse daquilo.

Chupei os peitos, lambi as aréolas, passei meus dentes nos bicos e tentei abocanhar aqueles seios grandes e apetitoso, metendo meus dedos dentro da xaninha da minha secretária, que me olhava com cara de tesão, boca aberta e falando putarias:

—Goza de novo no meu rostinho, chefe.

Parei de chupar aqueles peitos, dizendo:

—Quero passar um dia inteiro fazendo de tudo com esses peitos, gostosa!

Antes que ela falasse qualquer coisa, novamente eu meti com vontade dentro dela, afundando o meu corpo junto com a penetração, caindo em cima da minha secretária que me abraçava cravando suas unhas em minhas costas. Enquanto metia gostoso dentro dela, bem devagar, porém, com força, minha secretária lambia meu pescoço, aumentando a minha excitação e deixando aquela foda mais carinhosa. Me levantei um pouco e a segurando pelos peitos, fui socando minha rola naquela xaninha, cada vez mais rápido, contudo, com menos vontade de gozar, aproveitando aquele momento.

—Posso cavalgar em cima do senhor, chefinho? – se ofereceu Luana, vendo que eu me derretia em suor.

Sentei na minha cadeira e assisti a minha secretária sentando gostoso em cima de mim, começando a rebolar como se estivesse dançando funk, subindo e descendo sua “raba”, com sua boceta “engolindo” e “massageando” meu membro.

A cavalgada estava maravilhosa e Luana sussurrava que estava chegando “lá”, aumentando o ritmo das sentadas, esfregando sua boceta em mim, pegando minhas mãos e colocando em cima de seus peitos pedindo para que eu os apertasse.

Como numa “explosão”, afastei minha secretária de perto de mim, escapando um longo jorro em cima da bunda de Luana, que se espalhava em cima da minha mesa, enquanto eu lambrecava meu pau em seu corpo suado e cheiroso.

Se alguém entrasse em minha sala naquele momento, não haveria desculpas esfarrapadas no mundo que nos livrasse da culpa, mas acho que, independentemente dos interesses de cada um, a gente vai ter um longo caso.

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Comentários (1)

gilalvesgomes em 12/01/2021

Sei que foi explicado sobre os cortes mas em algum momento, numa trégua caberia perguntar porque perderam tanto tempo antes???…

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