Trabalho “difícil” o de analisar uma acompanhante

Meio que todos de minha família desconfiavam de que meu tio Onofre mexia com serviços um tanto quanto ocultos e de má índole, mas não sabiam direito o que era e nem tinham coragem de perguntar. Eu, o vendo andar sempre com carros importados e novos, percebendo o quanto sua carteira era grossa de dinheiro e só com notas altas e sua maravilhosa vida, ainda cercado sempre de mulheres gostosas (ou lindíssimas), fui na cara e na coragem pedir por um emprego. Não queria ganhar menos do que um salário mínimo como primeiro emprego, sem falar que eu não tenho experiência e mesmo conseguindo dois estágios, ainda assim, não tinha como eu ficar “tranquilo”.

Quando meu tio questionou o que eu poderia fazer, até pensei em me oferecer para ser seu motorista, para poder dirigir suas “máquinas”, mas fui mais ousado e respondi que eu queria levar a vida que ele levava. Eu só não imaginava que passaria por um milhão de perguntas e uma bateria de outras coisas, como fazer exames médicos e até psicológicos. Após ler um contrato estranho e consequentemente assiná-lo, ainda tive que jurar não contar nada a ninguém e ser totalmente fiel a ele e assim o fiz.

Meu tio me deu um endereço de um condomínio no qual a única casa que tinha era justamente a dele. Casa não, o condomínio. É. O condomínio era de meu tio. E ele o chamava de “Faculdade das Acompanhantes” e me explicou que o seu “serviço” era analisar e orientar garotas de programa em seus “trabalhos”. Quase não acreditei no que ele tinha me dito, mas ao chegar no tal condomínio e ver várias mulheres, comecei a ficar ansioso e um pouco nervoso. Meu tio me explicou que não era um cafetão. Era como se fosse realmente um “testador de putas” e por ser tão crítico e louco por sexo, é que ganhava tão bem, pois era ele quem “corrigia” ou “aprimorava” os serviços das novas garotas de programa da cidade.

Para “começar” eu teria que “analisar” algumas meninas que prestariam os serviços mais “baratos” do “programa”. São garotas que tinham um “potencial”, mas por serem “inexperientes”, teriam que passar pelas “provas de nível 1”. Meu tio me explicou que essas garotas são as que cobrariam até cinquenta reais por programa e muitas delas realmente tinham que “rebolar” para poderem cobrar mais, sem esquecer que muitas delas poderiam se tornar “VIPs” algum dia, ou seja, àquelas que poderiam cobrar até mais de mil reais por uma foda. O meu “trabalho” era a de ser como um “cliente” para elas e logo no meu primeiro dia, eu teria que foder com mais de um dez mulheres!

Minha primeira “aluna” foi a “Camila” e claro que este é o nome que ela “escolheu” para ser o de sua “apresentação”. Me impressionei com aquela mulher. Dizia ter 19 anos, um metro e sessenta de altura e cinquenta e três quilos. Disse que faria um oral “babadinho”, que beija na boca e que também faz anal, sem falar que é uma “loucura” na cama, “sem frescura” e sem apressar o “atendimento”. Como meu tio me explicou eu tinha que analisar todos os pontos e ser um detalhista. Camila me abriu a porta de uma sala que era um quarto com banheiro, o mais básico de um lugar para fazer programas. Tão logo fiquei de pau duro ao ver aquela morena usando uma minissaia vermelha bem coladinha ao corpo e curtinha, assim como salto alto e um tomara-que-caia que logo mostrava o quanto aquela morena é gostosa.

Camila tem seios médios, durinhos e com bicos grandes de uma tonalidade marrom. Sem barriga, coxas grossas, um bumbum bonito e bem redondinho, com cabelos pretos ondulados que chegam facilmente abaixo da cintura. Ela me “recebeu” com educação e cordialidade, me perguntando se eu queria tomar um banho, me oferecendo toalha, sabonete e até sandálias. Chegou pertinho de mim com carinho, carícias e beijos e eu tão logo comecei a passar a mão por todo aquele corpo maravilhoso dela, olhando em seus olhos e notando um pouco de nervosismo. Quer dizer, ambos estávamos assim.

Não haveria ninguém nos observando, nem mesmo filmando, tudo era realmente como se fosse um programa de verdade. E como sou o “primeiro cliente dela”, aproveitei para beijá-la na boca. Um dos “fatores” que fez meu tio me contratar foi justamente o fato do quanto eu sou safado e modéstia parte, “pegador”. Estou sempre com uma “ficante” diferente a cada mês e geralmente tudo acabava ou porque eu não me interessava mais ou simplesmente porque não estava mais a fim de gastar o que eu suava para ganhar para presentear mulheres que queriam “mais” do que uma simples ficada. Evidentemente que eu nunca paguei para ficar com uma garota e mesmo quando eu precisava de sexo, era só eu abrir uma agenda que tinha que sempre aparecia alguma interessada. Agora, eu também não precisaria pagar por sexo.

Beijei Camila com vontade e passei minha mão por todo o corpo gostoso dela, sem escutar ou ser interrompido, afinal, o objetivo daquele “encontro” é sem dúvida nenhuma, o prazer de um cliente e eu poderia pedir qualquer coisa que ela teria que fazer, segundo as explicações de meu tio e naquela sala havia vários objetos para os mais diferentes tipos de sexo, tais como produtos eróticos, como géis e chicotes, até cordas e algemas. Após um longo beijo naquela maravilhosa morena, beijei seu pescoço e abaixei o tomara-que-caia e não me demorei muito para chupar os peitos dela e me maravilhosa com seus peitos firmes de bicos durinhos, que dava para apertá-los com os meus lábios ou até mesmo mordê-los. Camila me oferecia um de seus melhores “atributos” físicos, sabendo do seu potencial.

Estava sentado na cama com ela em pé, de frente para mim, deixando que eu passasse minhas mãos por todo o seu corpo. Alisei suas coxas, subi sua minissaia e tirei sua calcinha preta e logo ali eu fiz minha primeira crítica: a de que ela teria que usar tudo combinando, pois era uma visão meio tosca ao vê-la usando uma roupa sensual e sexy, mas tudo colorido. Sim. Poderia ser um detalhe nada a ver, mas ela de minissaia vermelha, tomara-que-caia amarelo, calcinha branca e salto alto preto, era demais. Disse para que ela se vestisse usando no máximo duas cores, o vermelho e o preto que combinam muito com ela.

Falei para a Camila também de que seria importante ela ter marquinhas de sol, pois eu gostava de ver mulheres assim, tal qual muitos amigos meus curtem mulheres bronzeadas e de marquinhas. Disse que seu perfume era muito doce, mas elogiei que estava bem cheirosinha e o melhor, que seu corpo estava “saboroso”, ou seja, bom de chupar. Fomos para um “69” e mais uma vez elogiei ela por estar com a xaninha cheirosa e raspadinha. Ok. Há caras que gostam de uma boceta cabeluda, mas não são todas as mulheres que combinam com este estilo. A boceta de Camila era apenas um “risco” ou uma “discreta fenda”, mas maravilhosa de ser chupada.

Camila realmente parecia saber o que estava fazendo. Seu boquete me fez ficar de pernas bambas e como estávamos em “teste” deixei que ela fizesse seu melhor. Enquanto ela mamava na minha rola eu lambia sua xaninha e seu cuzinho, dando tapas em sua bunda e a xingando de todos os palavrões que me excita, tais como “puta”, “vagabunda” e “vadia”. Camila rebolava na minha cara, afundando sua boceta na minha boca, como que querendo que eu penetrasse mais fundo a minha língua em sua vagina.

Me incomodava com os gemidos “falsos” por parte daquela morena e seus exagerados “elogios” para com o meu corpo, dizendo o quanto meu pau era “enorme” e cá entre nós, não era lá muito grande e tive que parar de chupar o grelho dela para criticá-la quanto a isso, pois estava quase brochando. Ela perguntou se queria que ela ficasse caladas, mas pedi para que ela melhorasse nos seus gemidos e que não “elogiasse” o meu corpo com tanto exagero. Deixei que ela continuasse o boquete, mas levou um tempo para que eu entrasse no “clima” novamente. Lógico que as minhas intenções era de gozar dentro da boquinha dela, por isso eu continuei a chupar aquela boceta gostosa e a dar tapas naquela bunda. Desconfiei de que poderia levar muito tempo para o sexo anal (já que eu tinha que provar por tudo o que uma acompanhante oferecia) e tão logo fui metendo meus dedos naquele buraquinho apertado.

Após mais dez minutos, comecei a gemer sem controle por causa daquela maravilhosa mamada, pois Camila pressionava seus lábios contra o meu membro e na “descida” o engolia todinho (não era difícil) e na “subida” o deixava todo sequinha, dando uma sugada fenomenal, com direito a passar a língua em volta da cabeça da minha rola. Pedi para que acelerasse a chupada e assim ela o fez, dando uma caprichada. Ainda metia meus dedos nos buraquinhos dela, dando tapas e me excitando com os “novos” gemidos de Camila e o sabor de sua xaninha. O gozo foi como um jato e para a minha surpresa, jorrei por um longo tempo, como se tivesse exaurido uma grande energia, tanto é que eu fiquei com o meu corpo todo relaxado e satisfeito.

Agora Camila precisava me deixar de pau duro novamente. Não porque fazia parte do programa, afinal, ao que parece, uma “rapidinha” ou uma gozada valeria os tais cinquenta reais, mas seria necessário ela saber como excitar um homem, afinal, como explicou meu tio, os clientes poderiam ficar nervosos diante de mulheres maravilhosas como a própria Camila, que não é uma mulher “comum”. Disse para aquela morena que ela poderia me fazer uma massagem, mas não uma massagem com mãos e sim com seu próprio cabelo e usando suas unhas grandes, para passar levemente por todo o meu corpo e claro, por entre as minhas pernas. Após uns minutos, meu pau começou a dar “sinais de vida” e foi a vez de ela usar sua boca também, não para chupar meu membro, mas para sussurrar em meu ouvido o que eu poderia fazer com ela e o quanto ela estava “louca” para ser fodida.

Camisinha no cacete, pedi para que aquela delícia ficasse de quatro e que visão maravilhosa! Com o bumbum empinando e ver o rostinho dela de frente a um espelho que ficava na parede, comecei a penetrá-la. Meu pau até que estava ereto, mas parecia endurecer a cada metida. Voltei a xingá-la e a puxar os cabelos dela, passando a mão em sua bunda, dando tapas. Quando eu peguei na cintura de Camila é que eu comecei a dar socadas mais brutas e fundas, revirando meus olhos e achando que aquela foda estava muito boa. Pedi para que a Camila fizesse “caras e bocas” para excitar os clientes, como revirando seus olhos e abrindo levemente sua boca, sem esquecer dos gemidos e aquilo funcionou, pois eu estava realmente quase chegando ao ápice e só parei porque precisava foder o cuzinho dela.

Pedi para que a Camila ficasse de barriga para baixo e colocasse um travesseiro embaixo, para que sua “raba” ficasse empinada. Usei um gel para ajudar na penetração e a cabeça da minha rola começou a entrar naquele buraquinho. Como eu gosto de meter com brutalidade, fui socando com vontade, escutando os gemidos de Camila. Estávamos suados e nossos corpos exalavam um novo perfume, o que me deixava mais excitado, sem esquecer das carinhas de dor da prostituta e de como ela fica uma delícia de boca aberta e sem voz.

Cada vez metia mais e mais rápido, me maravilhando com aquela foda, coladinho ao corpo daquela morena e colocando minhas mãos por baixo do corpo dela, para agarrar seus peitos e apertá-los e falando putarias no ouvido de Camila, que pedia para que eu a fodesse com mais rapidez e força. Estava me exaurindo em minhas energias, sentindo que não conseguiria, mas foi puxar os cabelos de Camila e penetrar mais fundo que eu dei as últimas metidas sentindo a camisinha encher. Parei de meter e virei a Camila para que levasse as últimas jorradas de porra no rosto e finalmente me aliviei, fazendo o resto do meu trabalho, analisando os últimos detalhes.

Olhei no relógio e notei que tinha muitas horas pela frente e claro, muitas gostosas para analisar. Não achei que trabalharia tão “duro”, mas pelo jeito, parece que vai ser um dos melhores que terei na vida.

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