Saudades do Carnaval

Elas são minhas amigas da faculdade, mas entre elas, havia uma disputa de quem ficaria comigo primeiro, até a chegada do Carnaval. Porém, surgiram alguns imprevistos, fazendo com que a gente ficasse na cidade e a Duda, a Valéria e eu combinamos de cair na folia juntos, só que dentro de um pequeno apartamento, que tinha uma vista privilegiada, tanto da principal avenida de desfiles de blocos quanto de carros elétricos. Duda é uma mulata de cabelos alisados até a altura do ombro, adora se maquiar com cores escuras, como usar batom na cor vermelha e lápis preto nos olhos.
Encorpada, alta, com um metro e setenta e pouco de altura, e o que lhe falta nos seios, sobra de bunda. Não que eu dispense chupar seus peitinhos, do tamanho de limões, mas seu bumbum chama bem mais atenção e claro, sua carinha de safada. Já Valéria é branquinha, se acha fofinha e por mais que ela tenha uma bunda até maior do que a da Duda e não tão durinha, eu gosto de dizer que ela tem “ossos largos”, mas não deixa sim de ser uma deliciosa “fofinha”. As duas são muito amigas, passando mais tempo juntas do que comigo, mas neste Carnaval, eu não perderia a oportunidade de ficar com uma, quem sabe, com duas e se não fosse pedir muito, com as duas ao mesmo tempo.

Ao chegarmos ao apartamento, que é da tia da Valéria e que viajou para outro lugar a fim de fugir do Carnaval, logo percebi várias oportunidades. A primeira é que só tinha um quarto com uma grande cama que, pelas minhas observações, me caberia também junto com as duas. O banheiro era minúsculo e claro, pensei nas belas encoxadas que eu poderia dar ali. A cozinha também serviria para sacanagens “acidentais”, mas a melhor parte da casa era a tal da varanda, pequena, com a sacada fechada um pouco acima da cintura e que facilmente poderia esconder as minhas mãos bobas e encoxadas. As duas vieram usando calças legging, como se tivessem combinado entre elas e eu me maravilhei com a linda visão. Duda estava com um “rabo” que me deixou de boca aberta. Ela usava uma calça legging preta, bem socada que tinha até um destaque na parte da frente, mais precisamente entre as pernas: um desenho de “pata de camelo”, indicando que estava com a xaninha inchada, sem falar que não se percebia a calcinha, me deixando ainda mais sem ar. E Valéria chegou com uma calça legging azul, deixando sua bunda ainda mais em evidência, com duas grandes nádegas, fora os peitos suculentos, bem redondos e também grandes. Na Valéria eu gosto do seu silêncio e na boca carnuda, do qual eu já provei no momento em que cheguei ao seu apartamento e a Duda estava no banheiro. Apenas uma parede me nos separava, já que peguei a Valéria na cozinha.

O beijo foi ardente, gostoso, molhado e excitante, pois eu passei minhas mãos naquele bumbum, os apertando com força, sem que Valéria me impedisse. Ao escutarmos o vaso sendo acionado, sussurrei no ouvido dela: “Estou louco para que você sente no meu colinho e rebole até eu gozar.”, provocando arrepios nela e em mim. Duda saiu um pouco depois da Valéria e a mesma foi para o banheiro, quando eu peguei a Duda e quase no mesmo lugar, a beijei também na boca, fazendo o mesmo que fiz com a Valéria, ou seja, passando as minhas mãos na bunda dela e sussurrando quase a mesma coisa no ouvido, só mudando um pouco a minha versão: “Estou louco para te pegar de quatro, com esse seu rabinho empinado.” Como a Valéria demorou um pouco mais no banheiro, pude roçar meu pau duro entre as pernas dela, sentindo o volume de sua boceta e lambendo o pescoço da Duda, deixando-lhe incendiada. Faltava pouco para que os carros elétricos chegassem naquela parte e eu fui logo me preparando, colocando umas camisinhas dentro do bolso, o frigobar perto da varanda, assim como comida e deixando o sofá e a cama a postos, para uma futura diversão. Duda usava um tomara que caia preto e depois de beijá-la, vi seus “faróis acesos”, me deixando com água na boca. Já Valéria, andava como que esfregando suas coxas, pressionando sua xaninha, que eu estava louco para provar. De pau duro, tentava me acalmar, mas com aquelas duas tão perto de mim, me segurava para não me afobar. Duda nos chamou para a varanda e as duas ficaram na minha frente, enquanto eu, atrás dela, bem entre elas. Da minha esquerda a Valéria, que dançava lentamente e na direita, a Duda, já rebolando sensualmente. Estávamos no último andar de um prédio de cinco, e os meus vizinhos de lado parecem também não gostar de Carnaval, já que só tinha a gente na sacada. Adorei saber daquilo, me deixando mais livre para minhas ideias malucas.

Com aquelas duas dançando e eu no meio, eu coloquei minhas mãos na cintura de cada uma, que descia em direção à bunda em grande velocidade. Assim que eu pousei minha mão na bunda delas, elas se olharam discretamente e eu fingi que não vi. Duda, mais alta, veio para perto de mim, me abraçando e começando a me beijar no pescoço. E para a minha grande surpresa, Valéria também fez o mesmo, mas como não conseguia beijar o meu pescoço, simplesmente passava a mão por baixo da minha camiseta, passando levemente as unhas grandes. Logo percebi que as duas tinham combinado entre si não de me disputar, mas de me dividir e eu adorei aquilo. Duda passava a sua língua com ferocidade por todo o meu pescoço, também com sua mão boba, alisando meu pau por cima do short e dando uma leve risada ao sentir meu pau duro e latejante. Eu, claro, já acariciava as bundas das duas com fervor, só que querendo mais. Quando a Duda abre meu short, deixo que caia aos meus pés e é a Valéria, que eu achava ser tímida, quem abaixa a minha cueca, ficando de joelhos. Me afastei um pouco da sacada e nem precisei pedir para que a Duda fizesse o mesmo que a nossa amiga. E lá estava eu, olhando minhas amigas, de joelhos na minha frente, que olhavam para o meu pau e entre si. Duda quem começou, pegando minha rola e a vendo de mais perto.

Valéria continuava a passar suas unhas na minha barriga, assim como na minha virilha e levemente nas minhas bolas. Estava tão excitado que puxei as duas para que chupassem meu pau ao mesmo tempo. Duda passou sua língua de veludo de um lado do meu cacete e Valéria, seus lábios carnudos, do outro lado, mas tocando suas bocas, no vai e volta. E então, comecei a perder o controle, ficando de pernas bambas, sentindo um prazer filho de uma puta, sem comparações. Era notável que Valéria continuava um pouco tímida, mas que tudo se equilibrava com a Duda, que começou a mamar meu pau com vontade, deixando-o todo babadinho, para depois, sugar com força, deixando-o sequinho. E então, começaram a intercalar. Duda me chupava um pouquinho e depois a Valéria e assim ficou por uns bons minutos. E eu, morrendo de calor, tirei minha camiseta, tendo a vista do Carnaval que também esquentava na rua. Acho que ninguém à nossa volta poderia imaginar que ali, naquela varanda, rolava uma sacanagem. Acho que nem eu poderia pensar nisso. Valéria também tirou a blusa e depois o sutiã e então, a putaria rolou louca ali. Enquanto esta me chupava, eu acariciava um dos peitos dela, enquanto a Duda chupava o outro. Tive que tirar a Duda à força para que viesse me chupar, mas já vendo as marcas que ela tinha feito no peito de Valéria, que, ao que parece, gostou daquilo. Então me abaixei e junto com a Duda, começamos a chupar aqueles desejados peitos de Valéria, que revirava seus olhos, sentindo o prazer que a gente dava para ela. E ali, naquela pequena varanda, estava rolando um lance a três. Chupando os peitos daquela fofinha de pele branca, que gemia baixinho, passando a mão nas duas e sentindo a Duda bater uma punheta gostosa em mim. De repente, três bocas se misturavam a olhos fechados. Sentia a Duda me lamber o pescoço, assim como a minha bochecha e Valéria beijando a minha boca e me arranhando, enquanto eu masturbava a Valéria e passava a mão na bunda de Duda.

Gememos alto como se estivéssemos num motel, mas nossos barulhos estavam sendo abafados por um trio elétrico que chegava perto. Nisso, em poucos segundos, nós três estávamos pelados, escondidos na varanda. Duda, que ainda estava com seu tomara que caia, levantou-se e colocou suas pernas em volta da minha cabeça, onde eu pude chupar sua avantajada boceta quente. Notei que o clitóris dela é bem grandinho e quando eu passava a minha língua nele, Duda gemia e gritava alto, como se estivesse por conta do clima de Carnaval. Para a minha alegria, Valéria fez o que eu lhe sussurrei mais cedo. Sentando no meu colo, “abocanhou” sua boceta no meu pau e começou a “sambar”. Chupando uma xaninha deliciosa e sentindo a Valéria fazendo seu melhor, não tinha como não gozar e foi por pouco que eu não gozei dentro daquela fofinha, que queria dar mais. Meu pau parecia uma torre de petróleo, jorrando um líquido fervendo e então, Valéria me surpreendeu mais uma vez, colocando sua boca ali, lambendo e engolindo minha porra e aproveitando a minha rola, ainda dura, para voltar a sentar-se no meu colo e continuar o que estava fazendo, só que à procura de seu gozo, que veio em poucos minutos.

Duda esfregava sua boceta na minha boca, quase me sufocando, mas também gozou gostoso, chegando ao prazer absoluto, lambrecando a minha cara e perdendo a força nas pernas, para deslizar entre mim e Valéria, que estava largada aos meus pés, se tremendo enquanto gozava. Assim que recuperamos a nossa energia, a gente foi para o banho. Não dava para três ficar debaixo do chuveiro, mas na disputa de dedos, eu e Duda ficamos juntos, tentando se ensaboar, enquanto a Valéria nos assistia, louca de vontade de se meter no meio daquela sacanagem. Demorou um pouco para que meu pau voltasse ficar duro, mas enquanto isso, eu usava o que tinha com as minhas amigas em cima de uma grande cama. Lambia a boceta limpinha de Valéria, enfiando meus dedos na xaninha de Duda, que se contorcia. As duas estavam uma do lado da outra, de quatro na minha frente e se beijavam. Agora era eu quem ficava de um lado para o outro, lambendo, chupando, enfiando a minha língua e dedos em duas bocetas maravilhosas. As duas bocetas eram avantajadas, mas a de Duda parecia fechadinha e a de Valéria, “aflorada”. Eu também estava de olho em outros buraquinhos e só a Duda deixava que eu “escorregasse” meus dedos e língua em seu cuzinho. Valéria não deixava nem um “ventinho” passar, por isso, eu comecei a investir em Duda, que gemia com meus dedinhos. Enfiava um, depois dois e “brincava” com aquele buraquinho precioso. Quando Valéria disse que queria ser chupada por sua amiga, vi mais uma oportunidade. Deitando-se de barriga para baixo, Valéria abriu as pernas e puxou a cabeça de Duda próximo de sua boceta que eu deixei bem molhadinha.

Duda então se dentou na cama e eu continuei a lamber sua boceta, mas afastando as nádegas para lamber seu cuzinho e esperar a minha pica endurecer o bastante para poder penetrá-la. Após um tempo, Valéria começou a gemer, assim como Duda, que sentia minha língua penetrar sua boceta, sem esquecer os meus dedinhos “atrevidos” e então, parei de chupar e fui para cima daquele “rabão” â minha frente, procurando uma posição melhor para um sexo anal. De todas as posições que conheço é ela quem deveria estar por cima, mas já que a Duda estada de bruços eu me aproveitei e fui me deitar em cima dela. Ela, de pernas fechadas e eu de pernas abertas, meti com cuidado e devagar, sentindo a facilidade de penetrar aquele buraquinho apertado. Duda continuava a lamber a xaninha de sua amiga, mas intercalava para gemer. Eu, tão perto de outra boceta, comecei a falar putarias no ouvido da gostosa que eu comia, aumentando assim, o ritmo das socadas, assim como a profundidade. Quando senti toda a minha rola dentro dela e escutando aquela delícia gemendo, pedindo por mais, eu em descontrolei mais uma vez e comecei a meter com mais força e claro, mais rápido, arrancando gemidos das duas, tanto da Duda que levava rola no cuzinho quanto de Valéria, que era masturbada, agora, por duas línguas. O gozo com aquela foda parecia interminável e Duda continuava com a boca grudada na boceta de sua amiga ao mesmo tempo em que relaxava. Saí de cima das duas e fui assistindo as amigas “brincando” com suas bocas e curtindo um momento juntas, mas sem tirarem os olhos de cima de mim. Na hora do banho, ficou acertado entre elas que a próxima seria a Valéria junto comigo e posso dizer que foi maravilhoso ensaboar aquela “fofinha” e receber o carinho dela. Na hora de dividir as tarefas, tudo bem, pois cada um sabia muito bem o que fazer, mas com aquele espaço apertado, sempre rolava uma “paradinha” para a sacanagem.

Comi a Duda enquanto ela escovava os dentes, pois vê-la com uma calcinha minúscula naquela imensidão de bunda e empinando a bunda, rebolando contra o meu pau, era bem mais do que um convite. Segurando os peitinhos, pude assistir as caras e bocas que ela fazia pelo reflexo do espelho, despertando a Valéria que veio nos assistir, se masturbando bem perto da gente. Não bastasse isso, depois de gozar gostoso, ainda comi a Valéria, que ficou em cima da mesa, como meu “café da manhã” e com a Duda assistindo a tudo, que pouco tempo depois, também provou do “café da manhã”. Passamos o Carnaval naquela putaria. Uma hora apenas eu e Duda, com a Valéria assistindo, para depois acontecer o inverso. As duas também se divertiram juntas, mas sempre querendo que eu as assistisse e quando eu ficava com vontade, metia em quem estava disponível. Agora, a melhor coisa, além de dormir entre aquelas duas, sinceramente, era ser chupado por duas bocas. Uma experiência que deixa saudades do Carnaval.

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